Primeiramente vamos à definição de caloria. Este conceito inicialmente pertence à física, e corresponde a quantidade de calor necessária para elevar em 1º Celsius 1 grama de água. O termo só entrou para medicina no inicio do século passado, quando cientistas, para medirem as calorias dos alimentos, jogavam estes no fogo, e mediam quanto determinada quantidade de água era aquecida, quanto mais quente ficasse, mais calórico era o alimento. O conceito foi evoluindo, e hoje sabemos que 1 kcal equivale a quantidade de energia necessária para elevar 1Kg de água de 14,5º a 15,5º.
Mas falar em calorias é falar em metabolismo, mas exatamente em mitocôndrias, que nossas microusinas de energia. Quanto maior a eficiência das mitocôndrias em gerar energia, mais ativo vai ser nosso metabolismo e menos calorias serão estocadas em forma de gordura.
Nós temos basicamente três fontes de energia que são provenientes dos três macronutrientes – proteínas, carboidratos e gorduras – as fibras pertencem ao grupo dos carboidratos, mas como não são absorvidas pelo organismo, não têm valor calórico. Cada grama de proteína ou carboidrato geram 4 Kcal e cada grama de gordura gera 9 kcal e cada grama de álcool, que não é nutriente, gera 7 Kcal. Porem esta matemática calórica não é tão simples, ela depende muito de como o corpo vai processar estes nutrientes. Para processar 100 gramas de carboidratos, o corpo gasta entre 5 e 10 Kcal, para 100 gramas de gordura de 3 a 5 Kcal e para 100 gramas de proteínas fica entre 20 e 30 Kcal. Então das calorias que ingerimos, uma parte delas vai ser usada para a metabolização do próprio alimento, o efeito prático deste conceito pode fazer a diferença entre estar no peso adequado ou estar acima dele.
Agora vamos entender um pouco da absorção dos alimentos ao nível da mucosa intestinal. Se a mucosa intestinal estiver integra, parte da gordura ingerida não será absorvida e se alimentação tiver quantidade adequada de fibras, estas absorverão parte desta gordura, que será eliminada pelas fezes. As fibras também reduzem a absorção dos carboidratos.
Com relação às proteínas, nós absorvemos melhor as de origem animal, as vegetais além de serem incompletas, são absorvidas com mais dificuldade. A quebra das proteínas em aminoácidos e seu transporte através da mucosa intestinal para circulação é um processo ativo o qual consome energia, como dito acima.
Nosso problema maior são os carboidratos, principalmente os simples, que logo são convertidos em glicose, e esta tem passagem passiva da mucosa intestinal para circulação, isto é não gasta energia para ser absorvida. Pior que isso, é a elevação dos níveis de insulina, que esta glicose vai produzir. Já os carboidratos complexos, que tem cadeias maiores de açucares, tem uma absorção mais lenta, sem repercussões mais intensas sobre os níveis de insulina.
As fibras como já vimos, funcionam como um carreador, eliminando do organismo não só excessos de carboidratos, gorduras e proteínas, e com isso também ajudam a reduzir as calorias que ingerimos, além de ter algum efeito sacietógeno. Mais um motivo para não nos esquecermos das frutas, verduras e legumes.
Quando falamos de calorias, é difícil não falar de exercícios físicos. Nosso gasto calórico total é composto basicamente por três variáveis: nossa TMR (taxa metabólica de repouso), pelo gasto energético ligado à digestão dos alimentos e pelos exercícios. Nossa TMR é ditada basicamente pelo tecido muscular e gira em torno de 655 a 75% da nossa energia gasta em repouso. O gasto termogênico dos alimentos varia entre 5% a 10%. Os exercícios físicos podem gastar de 15% a 30% das nossas calorias.
Como disse no inicio, na matemática das calorias, 2 e2 raramente vai ser igual a 4.
Este Blog visa postar temas sobre medicinas ditas "Alternativas" como a Acupuntura, Homeopatia, Fitoterapia entre outras. Todo post será sempre "UM" ponto de vista, não "O" ponto de vista. O que é verdade hoje, pode não ser amanhã, como a ciência nos mostra muitas vezes. As trocas de idéias são boas quando nos fazem evoluir.
25 agosto, 2011
05 julho, 2011
Falta de vitamina C provoca enfarte
Voce sabia que o comprimento total dos vasos sanguineos que compõem nosso aparelho circulatório é de cerca de 100.000 quilometros? O coração, principal órgão do aparelho circulatório bombeia sangue 100.000 vezes por dia e isso faz com que seja o maior “trabalhador” do nosso corpo. Por este motivo, a saúde cardiovascular resulta em beneficio para todo nosso estado geral.
A debilidade dos vasos sanguineos e a deterioração das paredes arteriais são as principais causas das enfermidades cardiovasculares. Existem estudos recentes que concluíram que a vitamina C fortalece as paredes dos vasos sanguineos e, infelizmente, com os hábitos de vida mais modernos, as pessoas tem se apresentado cada vez mais carentes dessa vitamina e, conseqüentemente, permitindo que lesões arteriais passem a ser mais freqüentes.
Um dado que a maioria das pessoas desconhece é que os animais não costumam sofrer enfarte do miocárdio e a explicação é que eles produzem vitamina C nos seus figados ao contrario dos seres humanos que, para manterem níveis satisfatórios dessa vitamina, necessitam ingeri-la regularmente.
As principais conclusões dos estudos a respeito deste tema são de que produzimos placas que provocam entupimentos nas artérias simplesmente porque não conseguimos produzir a protetora vitamina C alem de termos a tendência atual de consumirmos dieta alimentar pobre em nutrientes de forma geral.
A debilidade dos vasos sanguineos e a deterioração das paredes arteriais são as principais causas das enfermidades cardiovasculares. Existem estudos recentes que concluíram que a vitamina C fortalece as paredes dos vasos sanguineos e, infelizmente, com os hábitos de vida mais modernos, as pessoas tem se apresentado cada vez mais carentes dessa vitamina e, conseqüentemente, permitindo que lesões arteriais passem a ser mais freqüentes.
Um dado que a maioria das pessoas desconhece é que os animais não costumam sofrer enfarte do miocárdio e a explicação é que eles produzem vitamina C nos seus figados ao contrario dos seres humanos que, para manterem níveis satisfatórios dessa vitamina, necessitam ingeri-la regularmente.
As principais conclusões dos estudos a respeito deste tema são de que produzimos placas que provocam entupimentos nas artérias simplesmente porque não conseguimos produzir a protetora vitamina C alem de termos a tendência atual de consumirmos dieta alimentar pobre em nutrientes de forma geral.
16 junho, 2011
Neuropeptidios e fome
É muito comum receber em minha clínica pessoas com excesso de peso que atribuem a culpa à ansiedade. Dizem que comem muito porque estão ou são ansiosos. Esta é uma verdade parcial, a qual podemos atribuir apenas uma parte pequena da culpa dos kilos a mais.
Todos sabemos que o excesso de peso é multifatorial, e à medida que avançam as pesquisas, vamos descobrindo os vários fatores que contribuem para a obesidade ou emagrecimento, e dentre estes fatores estão os neuropeptídios, mas que são exatamente os neuropeptídios?
Neuropeptídios são substancias químicas liberadas em vários lugares do corpo, que vão agir basicamente no hipotálamo ativando os centros da fome ou da saciedade. Em ultima instancia, são eles que nos dizem quando devemos comer, ou quando já comemos o suficiente.
Vou explicar de forma simplificada a ação de alguns destes neuropeptídios.
A leptina, que é produzida pelo tecido gorduroso, quando estamos ficando gordos. Mas como todos já podem deduzir, este mecanismo não funciona a contento em algumas pessoas. A exemplo do que acontece com a insulina, os gordinhos desenvolvem uma resistência à ação da leptina. Mas para quem esta dentro do peso ela costuma estimular o centro da saciedade, avisando que já é hora de parar de comer.
A grelina aumenta nossa fome e é produzida pelo estomago quando ficamos muito tempo em jejum, e se reduz cerca de 1 hora após nos alimentarmos. Os alimentos que provocam diminuição nos níveis de grelina são os carboidratos complexos e os ácidos graxos.
Outro neuropeptídio que também estimula o centro da fome é o neuropeptídio Y (NPY). Ele é sintetizado ao longo sistema digestivo e como a grelina, é induzido pelo jejum. Os alimentos que conseguem diminuir sua produção são os carboidratos complexos, as proteínas e especialmente o aminoácido triptofano.
O neuropeptídio PPY tem ação oposta ao Y, isto é estimula o centro da saciedade e diminui nosso apetite. Fibras, carboidratos complexos, proteínas e ácidos graxos estimulam sua produção, que ocorre ao nível do duodeno.
Como podemos perceber o apetite excessivo não pode ser explicado simplesmente pela ansiedade aumentada. Infelizmente mecanismos complexos, não são resolvidos por soluções simplistas.
Dr. Fabio Pisani
CRM 43711
Medicina Ortomolecular e Acupuntura Médica
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
Site: www.fabiopisani.med.br
Todos sabemos que o excesso de peso é multifatorial, e à medida que avançam as pesquisas, vamos descobrindo os vários fatores que contribuem para a obesidade ou emagrecimento, e dentre estes fatores estão os neuropeptídios, mas que são exatamente os neuropeptídios?
Neuropeptídios são substancias químicas liberadas em vários lugares do corpo, que vão agir basicamente no hipotálamo ativando os centros da fome ou da saciedade. Em ultima instancia, são eles que nos dizem quando devemos comer, ou quando já comemos o suficiente.
Vou explicar de forma simplificada a ação de alguns destes neuropeptídios.
A leptina, que é produzida pelo tecido gorduroso, quando estamos ficando gordos. Mas como todos já podem deduzir, este mecanismo não funciona a contento em algumas pessoas. A exemplo do que acontece com a insulina, os gordinhos desenvolvem uma resistência à ação da leptina. Mas para quem esta dentro do peso ela costuma estimular o centro da saciedade, avisando que já é hora de parar de comer.
A grelina aumenta nossa fome e é produzida pelo estomago quando ficamos muito tempo em jejum, e se reduz cerca de 1 hora após nos alimentarmos. Os alimentos que provocam diminuição nos níveis de grelina são os carboidratos complexos e os ácidos graxos.
Outro neuropeptídio que também estimula o centro da fome é o neuropeptídio Y (NPY). Ele é sintetizado ao longo sistema digestivo e como a grelina, é induzido pelo jejum. Os alimentos que conseguem diminuir sua produção são os carboidratos complexos, as proteínas e especialmente o aminoácido triptofano.
O neuropeptídio PPY tem ação oposta ao Y, isto é estimula o centro da saciedade e diminui nosso apetite. Fibras, carboidratos complexos, proteínas e ácidos graxos estimulam sua produção, que ocorre ao nível do duodeno.
Como podemos perceber o apetite excessivo não pode ser explicado simplesmente pela ansiedade aumentada. Infelizmente mecanismos complexos, não são resolvidos por soluções simplistas.
Dr. Fabio Pisani
CRM 43711
Medicina Ortomolecular e Acupuntura Médica
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15 janeiro, 2009
Dieta de Equilíbrio Endócrino-Metabólico
A primeira vista pode parecer mais uma dieta de moda de outro verão, mas não é.
A cerca de 25 anos tenho utilizado as mais variadas dietas, com resultados também muito diversos.
Na realidade, percebi ao longo dos anos, que todas elas funcionaram de alguma forma, mas poucas conseguiram, por si só, manter o peso do paciente ao longo dos anos. E porque isso ocorre?
Não existe uma resposta simples e única para este problema. Mas 3 variáveis são determinantes: a modificação de estilo vida, reeducação alimentar e reequilíbrio endócrino-metabólico.
Não vou me ater aos dois primeiros, pois são temas já conhecidos suficientemente por quase todos, mas a questão endócrino-metabólica merece algumas considerações.
Quando falamos em metabolismo temos que pensar nas mitocôndrias, que são organelas que existem no interior das células e que são as responsáveis em ultima instância, pela geração de energia em nosso corpo.
A nossa taxa de metabolismo basal (TMB), é o quanto gastamos de energia em 24 horas, é bom lembrar que mesmo em repouso estamos gastando energia, não da para desligar nosso stand by! Por este motivo quase sempre nosso peso será menor pela manhã ao nos levantarmos, pois durante o sono, queimamos algumas calorias. Se você quer emagrecer mais durante o sono, evite carboidratos depois das 19 horas, pois fazendo isso, seu organismo vai usar o tecido gorduroso como fonte de energia, não custa nada e não tem que usar medicamento algum, é “freeware” que você já possui.
As células que tem maior concentração de mitocôndrias são as do coração, fígado e músculos.
Supondo que você queira emagrecer, não adianta apenas reduzir sua ingestão calórica, pois se comer muito pouco, seu corpo vai baixar seu metabolismo e a perda de peso logo se estabilizara. Quando se tenta emagrecer apenas com diminuição da ingestão calórica, como o corpo acaba ficando com pouca energia, o tecido muscular começa a ser destruído para gerar energia, e depois será substituído por tecido gorduroso, este é o famoso efeito sanfona.
Mais interessante é aumentar a TMB. Como coração e fígado são órgãos relativamente pequenos e não devemos aumentá-los, resta-nos aumentar a nossa massa muscular, com exercícios.
Os exercícios nos ajudam a queimar calorias durante sua prática e também por algumas horas após. Mas o mais importante, é que ao aumentarmos a massa muscular, aumentamos também a quantidade de mitocôndrias, que vão continuar queimando calorias e gerando energia, e com isso aumentando nossa TMB.
É sabido que homens emagrecem mais fácil do que as mulheres, agora você já sabe porque, é que de forma geral nós homens temos mais tecido muscular, portanto nossa TMB é mais elevada.
Os estudos mais recentes mostram que uma redução calórica moderada, algo entre 10 a 20% do gasto calórico total, mais atividade física moderada, são o melhor caminho para um emagrecimento consistente e saudável.
Atualmente já existem medicamentos naturais que também podem ter alguma ação no aumento da TMB, sem efeitos colaterais como agitação e taquicardia.
Em termos glandulares a tireóide é quem determina nosso perfil metabólico, mas na prática clinica, o hipotireoidismo clinico-laboratorial é causa de menos de 3% dos casos de obesidade.
Porém existe outra forma de hipotireoidismo, na qual ainda não temos alterações significativas dos parâmetros laboratoriais, mas clinicamente, principalmente as mulheres, apresentam sintomas como: cansaço crônico, constipação, depressão, pele seca, queda de cabelo, sensação de corpo frio, atrasos menstruais, sonolência constante, ganho de peso sem excessos alimentares, entre outros. Como este quadro ainda não deve ser tratado com reposição de hormônio tireoidiano, tratamentos como a acupuntura, fitoterapia e terapias antioxidantes conseguem ajudar bastante.
Mas o hormônio que mais nos interessa em termos de ganho de peso é a insulina.
Hoje sabemos que a principal causa de obesidade é o consumo desenfreado de carboidratos.
Em última analise todos os carboidratos devem ser transformados em glicose, pois ela é o combustível que vai ser usado dentro das mitocôndrias (organelas que existem dentro das células) para gerar a juntamente com o oxigênio que respiramos, a energia que nosso corpo precisa para funcionar.
Mas para adentrar o interior das células, a glicose precisa passar pela membrana celular, e isso só pode ser feito com a ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas.
Acontece que em quem esta acima do peso, o pâncreas tem que produzir cada vez mais insulina, pois com o sangue cheio de açúcar, a membrana celular fica como que caramelizada, dificultando a ação da insulina, a isso chamamos de resistência à insulina. Este é o primeiro passo para a obesidade, diabetes e outras patologias crônicas e degenerativas.
Agora vejamos alguns dos fenômenos que ocorrem quando temos excesso de insulina no sangue:
1. Não conseguimos gerar energia a partir do tecido gorduroso, pelo contrário, a insulina alta estimula a formação de ácidos graxos (blocos básicos de gorduras) e triglicerídeos que vão ser armazenados nas células gordurosas.
2. Com a insulina alta, nossa fome e desejo de comer doces são praticamente constantes, pois como esta glicose não entra na célula, estamos sem energia.
3. O corpo passa a reter mais sal e água e diminui a eliminação de líquidos e aparece o inchaço e a elevação da pressão arterial.
4. Os aminoácidos que são utilizados para produção dos neurotransmissores (serotonina, dopamina) diminuem, e surgem a irritabilidade, sono irregular e a depressão.
Estes são apenas alguns dos efeitos principais de uma taxa elevada de insulina, para solucionar este desequilíbrio, o remédio mais eficaz é a adoção de um tratamento que envolva uma mudança de hábitos alimentares, atividade física adequada, fitoterapia, acupuntura entre ostras terapias.
Nesta situação de desequilíbrio, a dieta de Equilíbrio Endócrino-Metabolico, pode ajudar muito, desde que o paciente se envolva no tratamento e não tenha expectativa s irreais.
Este tratamento alterna períodos de restrição de carboidratos, com períodos de reintrodução de carboidratos complexos, semelhante à dieta de South Beach.
Poderão ser usados recursos naturais como a acupuntura, a fitoterapia e a terapia antioxidante, para redução de ansiedade, depressão, compulsividade, melhora do perfil metabólico, dependendo de cada caso.
Como pode se ver, o tratamento da obesidade é bastante complexo e não existe uma fórmula única que funcione para todos.
Claro que a alimentação excessiva sempre vai levar à obesidade, mas também acabamos de ver que apenas” fechar a boca”, é uma solução temporária, não factível e insatisfatória. Temos que investir na reeducação alimentar, para um emagrecimento consistente e duradouro.
E por fim um conselho que dou a todos os meus pacientes “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu medico, comprometa-se com o tratamento e faça sua parte!!”
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
Site: www.fabiopisani.med.br
A cerca de 25 anos tenho utilizado as mais variadas dietas, com resultados também muito diversos.
Na realidade, percebi ao longo dos anos, que todas elas funcionaram de alguma forma, mas poucas conseguiram, por si só, manter o peso do paciente ao longo dos anos. E porque isso ocorre?
Não existe uma resposta simples e única para este problema. Mas 3 variáveis são determinantes: a modificação de estilo vida, reeducação alimentar e reequilíbrio endócrino-metabólico.
Não vou me ater aos dois primeiros, pois são temas já conhecidos suficientemente por quase todos, mas a questão endócrino-metabólica merece algumas considerações.
Quando falamos em metabolismo temos que pensar nas mitocôndrias, que são organelas que existem no interior das células e que são as responsáveis em ultima instância, pela geração de energia em nosso corpo.
A nossa taxa de metabolismo basal (TMB), é o quanto gastamos de energia em 24 horas, é bom lembrar que mesmo em repouso estamos gastando energia, não da para desligar nosso stand by! Por este motivo quase sempre nosso peso será menor pela manhã ao nos levantarmos, pois durante o sono, queimamos algumas calorias. Se você quer emagrecer mais durante o sono, evite carboidratos depois das 19 horas, pois fazendo isso, seu organismo vai usar o tecido gorduroso como fonte de energia, não custa nada e não tem que usar medicamento algum, é “freeware” que você já possui.
As células que tem maior concentração de mitocôndrias são as do coração, fígado e músculos.
Supondo que você queira emagrecer, não adianta apenas reduzir sua ingestão calórica, pois se comer muito pouco, seu corpo vai baixar seu metabolismo e a perda de peso logo se estabilizara. Quando se tenta emagrecer apenas com diminuição da ingestão calórica, como o corpo acaba ficando com pouca energia, o tecido muscular começa a ser destruído para gerar energia, e depois será substituído por tecido gorduroso, este é o famoso efeito sanfona.
Mais interessante é aumentar a TMB. Como coração e fígado são órgãos relativamente pequenos e não devemos aumentá-los, resta-nos aumentar a nossa massa muscular, com exercícios.
Os exercícios nos ajudam a queimar calorias durante sua prática e também por algumas horas após. Mas o mais importante, é que ao aumentarmos a massa muscular, aumentamos também a quantidade de mitocôndrias, que vão continuar queimando calorias e gerando energia, e com isso aumentando nossa TMB.
É sabido que homens emagrecem mais fácil do que as mulheres, agora você já sabe porque, é que de forma geral nós homens temos mais tecido muscular, portanto nossa TMB é mais elevada.
Os estudos mais recentes mostram que uma redução calórica moderada, algo entre 10 a 20% do gasto calórico total, mais atividade física moderada, são o melhor caminho para um emagrecimento consistente e saudável.
Atualmente já existem medicamentos naturais que também podem ter alguma ação no aumento da TMB, sem efeitos colaterais como agitação e taquicardia.
Em termos glandulares a tireóide é quem determina nosso perfil metabólico, mas na prática clinica, o hipotireoidismo clinico-laboratorial é causa de menos de 3% dos casos de obesidade.
Porém existe outra forma de hipotireoidismo, na qual ainda não temos alterações significativas dos parâmetros laboratoriais, mas clinicamente, principalmente as mulheres, apresentam sintomas como: cansaço crônico, constipação, depressão, pele seca, queda de cabelo, sensação de corpo frio, atrasos menstruais, sonolência constante, ganho de peso sem excessos alimentares, entre outros. Como este quadro ainda não deve ser tratado com reposição de hormônio tireoidiano, tratamentos como a acupuntura, fitoterapia e terapias antioxidantes conseguem ajudar bastante.
Mas o hormônio que mais nos interessa em termos de ganho de peso é a insulina.
Hoje sabemos que a principal causa de obesidade é o consumo desenfreado de carboidratos.
Em última analise todos os carboidratos devem ser transformados em glicose, pois ela é o combustível que vai ser usado dentro das mitocôndrias (organelas que existem dentro das células) para gerar a juntamente com o oxigênio que respiramos, a energia que nosso corpo precisa para funcionar.
Mas para adentrar o interior das células, a glicose precisa passar pela membrana celular, e isso só pode ser feito com a ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas.
Acontece que em quem esta acima do peso, o pâncreas tem que produzir cada vez mais insulina, pois com o sangue cheio de açúcar, a membrana celular fica como que caramelizada, dificultando a ação da insulina, a isso chamamos de resistência à insulina. Este é o primeiro passo para a obesidade, diabetes e outras patologias crônicas e degenerativas.
Agora vejamos alguns dos fenômenos que ocorrem quando temos excesso de insulina no sangue:
1. Não conseguimos gerar energia a partir do tecido gorduroso, pelo contrário, a insulina alta estimula a formação de ácidos graxos (blocos básicos de gorduras) e triglicerídeos que vão ser armazenados nas células gordurosas.
2. Com a insulina alta, nossa fome e desejo de comer doces são praticamente constantes, pois como esta glicose não entra na célula, estamos sem energia.
3. O corpo passa a reter mais sal e água e diminui a eliminação de líquidos e aparece o inchaço e a elevação da pressão arterial.
4. Os aminoácidos que são utilizados para produção dos neurotransmissores (serotonina, dopamina) diminuem, e surgem a irritabilidade, sono irregular e a depressão.
Estes são apenas alguns dos efeitos principais de uma taxa elevada de insulina, para solucionar este desequilíbrio, o remédio mais eficaz é a adoção de um tratamento que envolva uma mudança de hábitos alimentares, atividade física adequada, fitoterapia, acupuntura entre ostras terapias.
Nesta situação de desequilíbrio, a dieta de Equilíbrio Endócrino-Metabolico, pode ajudar muito, desde que o paciente se envolva no tratamento e não tenha expectativa s irreais.
Este tratamento alterna períodos de restrição de carboidratos, com períodos de reintrodução de carboidratos complexos, semelhante à dieta de South Beach.
Poderão ser usados recursos naturais como a acupuntura, a fitoterapia e a terapia antioxidante, para redução de ansiedade, depressão, compulsividade, melhora do perfil metabólico, dependendo de cada caso.
Como pode se ver, o tratamento da obesidade é bastante complexo e não existe uma fórmula única que funcione para todos.
Claro que a alimentação excessiva sempre vai levar à obesidade, mas também acabamos de ver que apenas” fechar a boca”, é uma solução temporária, não factível e insatisfatória. Temos que investir na reeducação alimentar, para um emagrecimento consistente e duradouro.
E por fim um conselho que dou a todos os meus pacientes “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu medico, comprometa-se com o tratamento e faça sua parte!!”
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
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14 janeiro, 2009
Emagrecimento Parte 2
Como os carboidratos viram gordura
Com açúcar sobrando na circulação, primeiro nosso corpo o transforma em glicogênio, que fica armazenado no fígado e nos músculos, e são nossas reservas mais imediatas de energia. Como esta capacidade de armazenamento tem certo limite, o que sobrar de glicose, será convertida em ácidos graxos (moléculas básicas de gordura) e posteriormente em triglicerídeos, que vão ser armazenados, adivinhe onde, no tecido gorduroso. Nas mulheres se armazenam mais da cintura para baixo e nos homens mais no abdômen.
Mas como sair desta armadilha metabólica?
É simples, mas não é fácil, pois temos de romper com o ciclo: comer carboidratos, picos de insulina, mais desejo de comer carboidratos, ganho de peso.
O caminho passa, antes de uma reeducação alimentar profunda, por uma redução drástica e temporária, do consumo de qualquer tipo de carboidrato, seja ele refinado ou complexo.
Esta conduta vai praticamente reduzir o nível de insulina e forçar o corpo a buscar uma nova fonte de energia, e você já sabe onde, no tecido gorduroso. Isto acontece porque com a insulina em baixa, entra em ação outro hormônio, menos conhecido, chamado glucagon, que vai ao tecido gorduroso e estimula a conversão dos triglicerídeos em ácidos graxos e depois glicose, o contrario do que fez o excesso de insulina. E a partir deste, ponto a gordura começa a ser utilizada como combustível no fígado, num processo conhecido cetose.
Até aqui vimos de forma bem resumida o metabolismo dos carboidratos, no que concerne ao ganho de peso.
Mas e as gorduras, não engordam?
Sem dúvida que sim, mas há um detalhe muito importante, nos temos uma resposta de saciedade para gordura, isto é depois de ingerir determinada quantia de gordura sem presença de carboidratos, no geral passamos a ter aversão por ela e paramos de comer. Com os carboidratos refinados, esta resposta por conta dos picos de insulina, fica comprometida, e logo em seguida queremos comer novamente.
A comprovação prática para esta questão das gorduras é o sucesso da dieta do Dr. Atkins, que permite a ingestão de quantidades enormes de proteínas e gorduras, com exclusão total de carboidratos, que produz sem dúvidas emagrecimento. Aqui cabe ressaltar que esta dieta, embora produza emagrecimento, do meu ponto de vista não é saudável e leva a aumentos patológicos dos níveis de colesterol.
Penso que o consumo exagerado da associação de carboidratos refinados e gorduras devem ser considerados a principal causa de obesidade na atualidade.
Como estamos falando de macro-nutrientes, algumas palavras sobre as proteínas, são as mocinhas desta historia toda, pois na pratica não engordam e de quebra, sua ingestão ajuda a aumentar o metabolismo e aumenta a nossa sensação de saciedade.
Porque as dietas puramente de restrição calórica funcionam limitadamente?
Como vimos, nosso combustível preferencial é a glicose, depois vem as gorduras e por fim as proteínas, isso dentro de uma fisiologia normal, isto é, sem excesso de peso.
Na situação de excesso de peso, a via de queima de gorduras não funciona adequadamente. Na falta dos carboidratos, passamos a quebrar proteínas para gerar energia, o que é um péssimo negócio, metabolicamente falando.
Nas dietas altamente restritivas ou durante o uso de medicamentos que inibem o apetite, uma percentagem do emagrecimento é por conta da perda de massa muscular para gerar energia. Este emagrecimento, que numa primeira vista pode parecer positivo, é ilusório, pois se perdeu tecido muscular, que dificilmente será reposto.
Como estas dietas são feitas por pouco tempo e não se preocupam em fazer uma reeducação alimentar, ao voltar ao padrão alimentar antigo, a pessoa vai ganhar mais peso e com mais facilidade e rapidez, pois já não conta mais com a mesma massa muscular que queimava calorias, e que foi consumida durante a dieta. Isso explica o famoso efeito sanfona.
Existem vários caminhos para emagrecer, todos precisam de comprometimento do paciente, não se iluda não há caminho fácil, rápido e nem atalhos.
Para sair deste desequilíbrio metabólico, você precisa ter uma reeducação alimentar e atividade física. Outros métodos como acupuntura, fitoterapia, terapia antioxidante, devem ser coadjuvantes do tratamento, vão ser usados quando necessários.
E principalmente “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu médico, faça a sua parte e tenha persistência, os resultados virão”.
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
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Com açúcar sobrando na circulação, primeiro nosso corpo o transforma em glicogênio, que fica armazenado no fígado e nos músculos, e são nossas reservas mais imediatas de energia. Como esta capacidade de armazenamento tem certo limite, o que sobrar de glicose, será convertida em ácidos graxos (moléculas básicas de gordura) e posteriormente em triglicerídeos, que vão ser armazenados, adivinhe onde, no tecido gorduroso. Nas mulheres se armazenam mais da cintura para baixo e nos homens mais no abdômen.
Mas como sair desta armadilha metabólica?
É simples, mas não é fácil, pois temos de romper com o ciclo: comer carboidratos, picos de insulina, mais desejo de comer carboidratos, ganho de peso.
O caminho passa, antes de uma reeducação alimentar profunda, por uma redução drástica e temporária, do consumo de qualquer tipo de carboidrato, seja ele refinado ou complexo.
Esta conduta vai praticamente reduzir o nível de insulina e forçar o corpo a buscar uma nova fonte de energia, e você já sabe onde, no tecido gorduroso. Isto acontece porque com a insulina em baixa, entra em ação outro hormônio, menos conhecido, chamado glucagon, que vai ao tecido gorduroso e estimula a conversão dos triglicerídeos em ácidos graxos e depois glicose, o contrario do que fez o excesso de insulina. E a partir deste, ponto a gordura começa a ser utilizada como combustível no fígado, num processo conhecido cetose.
Até aqui vimos de forma bem resumida o metabolismo dos carboidratos, no que concerne ao ganho de peso.
Mas e as gorduras, não engordam?
Sem dúvida que sim, mas há um detalhe muito importante, nos temos uma resposta de saciedade para gordura, isto é depois de ingerir determinada quantia de gordura sem presença de carboidratos, no geral passamos a ter aversão por ela e paramos de comer. Com os carboidratos refinados, esta resposta por conta dos picos de insulina, fica comprometida, e logo em seguida queremos comer novamente.
A comprovação prática para esta questão das gorduras é o sucesso da dieta do Dr. Atkins, que permite a ingestão de quantidades enormes de proteínas e gorduras, com exclusão total de carboidratos, que produz sem dúvidas emagrecimento. Aqui cabe ressaltar que esta dieta, embora produza emagrecimento, do meu ponto de vista não é saudável e leva a aumentos patológicos dos níveis de colesterol.
Penso que o consumo exagerado da associação de carboidratos refinados e gorduras devem ser considerados a principal causa de obesidade na atualidade.
Como estamos falando de macro-nutrientes, algumas palavras sobre as proteínas, são as mocinhas desta historia toda, pois na pratica não engordam e de quebra, sua ingestão ajuda a aumentar o metabolismo e aumenta a nossa sensação de saciedade.
Porque as dietas puramente de restrição calórica funcionam limitadamente?
Como vimos, nosso combustível preferencial é a glicose, depois vem as gorduras e por fim as proteínas, isso dentro de uma fisiologia normal, isto é, sem excesso de peso.
Na situação de excesso de peso, a via de queima de gorduras não funciona adequadamente. Na falta dos carboidratos, passamos a quebrar proteínas para gerar energia, o que é um péssimo negócio, metabolicamente falando.
Nas dietas altamente restritivas ou durante o uso de medicamentos que inibem o apetite, uma percentagem do emagrecimento é por conta da perda de massa muscular para gerar energia. Este emagrecimento, que numa primeira vista pode parecer positivo, é ilusório, pois se perdeu tecido muscular, que dificilmente será reposto.
Como estas dietas são feitas por pouco tempo e não se preocupam em fazer uma reeducação alimentar, ao voltar ao padrão alimentar antigo, a pessoa vai ganhar mais peso e com mais facilidade e rapidez, pois já não conta mais com a mesma massa muscular que queimava calorias, e que foi consumida durante a dieta. Isso explica o famoso efeito sanfona.
Existem vários caminhos para emagrecer, todos precisam de comprometimento do paciente, não se iluda não há caminho fácil, rápido e nem atalhos.
Para sair deste desequilíbrio metabólico, você precisa ter uma reeducação alimentar e atividade física. Outros métodos como acupuntura, fitoterapia, terapia antioxidante, devem ser coadjuvantes do tratamento, vão ser usados quando necessários.
E principalmente “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu médico, faça a sua parte e tenha persistência, os resultados virão”.
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
Site: www.fabiopisani.med.br
Emagrecimento Parte 1
Emagrecimento Parte 1
Como o excesso de insulina engorda
Antes de falarmos em emagrecimento, vamos definir melhor o que é estar “gordo”.
De forma geral só avaliamos nossa gordura ou magreza simplesmente nos pesando em uma balança. Atualmente sabemos que é mais importante levarmos em consideração além do peso claro, algumas medidas, Como a circunferência abdominal e a do quadril.
Como sabemos, nosso peso corporal total é composto por ossos, órgãos, músculos, líquidos e gordura, sendo que estes 3 últimos variam bastante, principalmente em mulheres. Para emagrecer, não devemos desidratar e nem perder tecido muscular, pois isso não levará a um emagrecimento saudável e consistente. Com relação aos músculos, vale o mesmo contrario, temos de aumentar nossa massa, pois os músculos são os principais “gastadores” de calorias que temos. Mas músculos pesam mais que gordura, para a mesma quantidade, portanto, esta mais do que na hora, principalmente para as mulheres, de parar de se focar apenas no peso da balança, e entender o processo como um todo, e mais valorizar a diminuição das medidas do a perda de alguns kilogramas na balança.
Nas ultimas décadas temos assistido a uma epidemia de obesidade, mas por outro lado nunca tivemos tantas informações e pesquisas de boa qualidade sobre o porquê engordamos , o que esta havendo afinal?
Um pouco de história. Na década 60, as gorduras começaram a ser condenadas e banidas da pirâmide alimentar, pois se pensava na época, que eram as causadoras dos problemas cárdio circulatórios, o que é verdade apenas em parte. Nesta época, para resolver esta questão, a Associação Americana de Cardiologia, passou a incentivar o uso de carboidratos e a redução das gorduras, orientação que só começou a ser mudada nos últimos anos com a elaboração pela Universidade de Harvard, de uma nova pirâmide alimentar, onde os carboidratos estão reduzidos e as boas gorduras são valorizadas.
Feito este rápido resumo, vamos entender porque carboidratos nos engordam.
Quando ingerimos qualquer tipo de carboidrato, sejam os refinados ou complexos, o nosso corpo vai transformá-los em glicose, que é nossa principal fonte de energia.
Para que a glicose entre dentro das células para ser utilizada, é preciso da ação da insulina, um hormônio que abre passagem na membrana celular, para a penetração da glicose.
Quando ingerimos carboidratos complexos ou integrais em quantidade adequada, a glicose é liberada gradualmente e a liberação de insulina na circulação, sem grandes picos, desta forma a nos sentimos com energia e nossa sensação de fome é normal e fisiológica.
Agora, quando ingerimos carboidratos refinados, mesmo em pequenas quantias, a sua transformação em glicose é quase instantânea, e nosso corpo responde com grandes picos de liberação de insulina, que num primeiro momento retira toda glicose da circulação, mas em cerca de 2 horas surge o desejo de comer carboidratos novamente. Este comportamento alimentar ao longo dos meses, leva a uma sobrecarga do pâncreas, onde a insulina é produzida em grandes quantidades, mas não consegue mais colocar a glicose para dentro das células. Então começamos sentir falta de energia, cansaço, fraqueza, perda de concentração e memória, e principalmente, ganho de peso. A este quadro, chamamos de resistência a ação da insulina, ele precede o aparecimento da Síndrome Metabólica, que já esta ate merecendo até uma especialidade médica só para cuidar dela.
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
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Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
Site: www.fabiopisani.med.br
Como o excesso de insulina engorda
Antes de falarmos em emagrecimento, vamos definir melhor o que é estar “gordo”.
De forma geral só avaliamos nossa gordura ou magreza simplesmente nos pesando em uma balança. Atualmente sabemos que é mais importante levarmos em consideração além do peso claro, algumas medidas, Como a circunferência abdominal e a do quadril.
Como sabemos, nosso peso corporal total é composto por ossos, órgãos, músculos, líquidos e gordura, sendo que estes 3 últimos variam bastante, principalmente em mulheres. Para emagrecer, não devemos desidratar e nem perder tecido muscular, pois isso não levará a um emagrecimento saudável e consistente. Com relação aos músculos, vale o mesmo contrario, temos de aumentar nossa massa, pois os músculos são os principais “gastadores” de calorias que temos. Mas músculos pesam mais que gordura, para a mesma quantidade, portanto, esta mais do que na hora, principalmente para as mulheres, de parar de se focar apenas no peso da balança, e entender o processo como um todo, e mais valorizar a diminuição das medidas do a perda de alguns kilogramas na balança.
Nas ultimas décadas temos assistido a uma epidemia de obesidade, mas por outro lado nunca tivemos tantas informações e pesquisas de boa qualidade sobre o porquê engordamos , o que esta havendo afinal?
Um pouco de história. Na década 60, as gorduras começaram a ser condenadas e banidas da pirâmide alimentar, pois se pensava na época, que eram as causadoras dos problemas cárdio circulatórios, o que é verdade apenas em parte. Nesta época, para resolver esta questão, a Associação Americana de Cardiologia, passou a incentivar o uso de carboidratos e a redução das gorduras, orientação que só começou a ser mudada nos últimos anos com a elaboração pela Universidade de Harvard, de uma nova pirâmide alimentar, onde os carboidratos estão reduzidos e as boas gorduras são valorizadas.
Feito este rápido resumo, vamos entender porque carboidratos nos engordam.
Quando ingerimos qualquer tipo de carboidrato, sejam os refinados ou complexos, o nosso corpo vai transformá-los em glicose, que é nossa principal fonte de energia.
Para que a glicose entre dentro das células para ser utilizada, é preciso da ação da insulina, um hormônio que abre passagem na membrana celular, para a penetração da glicose.
Quando ingerimos carboidratos complexos ou integrais em quantidade adequada, a glicose é liberada gradualmente e a liberação de insulina na circulação, sem grandes picos, desta forma a nos sentimos com energia e nossa sensação de fome é normal e fisiológica.
Agora, quando ingerimos carboidratos refinados, mesmo em pequenas quantias, a sua transformação em glicose é quase instantânea, e nosso corpo responde com grandes picos de liberação de insulina, que num primeiro momento retira toda glicose da circulação, mas em cerca de 2 horas surge o desejo de comer carboidratos novamente. Este comportamento alimentar ao longo dos meses, leva a uma sobrecarga do pâncreas, onde a insulina é produzida em grandes quantidades, mas não consegue mais colocar a glicose para dentro das células. Então começamos sentir falta de energia, cansaço, fraqueza, perda de concentração e memória, e principalmente, ganho de peso. A este quadro, chamamos de resistência a ação da insulina, ele precede o aparecimento da Síndrome Metabólica, que já esta ate merecendo até uma especialidade médica só para cuidar dela.
Dr. Fabio Miranda Pisani
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Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
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A insulina e o emagrecimento
Hoje sabemos que a principal causa de obesidade é o consumo desenfreado de carboidratos.
Em última analise todos os carboidratos devem ser transformados em glicose, pois ela é o combustível que vai ser usado dentro das mitocôndrias (organelas que existem dentro das células) para gerar a juntamente com o oxigênio que respiramos, a energia que nosso corpo precisa para funcionar.
Mas para adentrar o interior das células, a glicose precisa passar pela membrana celular, e isso só pode ser feito com a ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas.
Acontece que em quem esta acima do peso, o pâncreas tem que produzir cada vez mais insulina, pois com o sangue cheio de açúcar, a membrana celular fica como que caramelizada, dificultando a ação da insulina, a isso chamamos de resistência à insulina. Este é o primeiro passo para a obesidade, diabetes e outras patologias crônicas e degenerativas.
Agora vejamos alguns dos fenômenos que ocorrem quando temos excesso de insulina no sangue:
1. Não conseguimos gerar energia a partir do tecido gorduroso, pelo contrario, a insulina alta estimula a formação de ácidos graxos (blocos básicos de gorduras) e triglicerídeos que vão ser armazenados nas células gordurosas.
2. Com a insulina alta, nossa fome e desejo de comer doces são praticamente constantes, pois como esta glicose não entra na célula, estamos sem energia.
3. O corpo passa a reter mais sal e água e diminui a eliminação de líquidos e aparece o inchaço e a elevação da pressão arterial.
4. Os aminoácidos que são utilizados para produção dos neurotransmissores (serotonina, dopamina) diminuem, e surgem a irritabilidade, sono irregular e a depressão.
Estes são apenas alguns dos efeitos principais de uma taxa elevada de insulina, para solucionar este desequilíbrio, o remédio mais eficaz é a adoção de um tratamento que envolva uma mudança de hábitos alimentares, atividade física adequada, fitoterapia, acupuntura entre ostras terapias.
E por fim um conselho que dou a todos os meus pacientes “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu medico, comprometa-se com o tratamento, faça sua parte!!”
Como os carboidratos viram gordura
Com açúcar sobrando na circulação, primeiro nosso corpo o transforma em glicogênio, que fica armazenado no fígado e nos músculos, e são nossas reservas mais imediatas de energia. Como esta capacidade de armazenamento tem certo limite, o que sobrar de glicose, será convertida em ácidos graxos (moléculas básicas de gordura) e posteriormente em triglicerídeos, que vão ser armazenados, adivinhe onde, no tecido gorduroso. Nas mulheres se armazenam mais da cintura para baixo e nos homens mais no abdômen.
Mas como sair desta armadilha metabólica?
É simples, mas não é fácil, pois temos de romper com o ciclo: comer carboidratos, picos de insulina, mais desejo de comer carboidratos, ganho de peso.
O caminho passa, antes de uma reeducação alimentar profunda, por uma redução drástica e temporária, do consumo de qualquer tipo de carboidrato, seja ele refinado ou complexo.
Esta conduta vai praticamente reduzir o nível de insulina e forçar o corpo a buscar uma nova fonte de energia, e você já sabe onde, no tecido gorduroso. Isto acontece porque com a insulina em baixa, entra em ação outro hormônio, menos conhecido, chamado glucagon, que vai ao tecido gorduroso e estimula a conversão dos triglicerídeos em ácidos graxos e depois glicose, o contrario do que fez o excesso de insulina. E a partir deste, ponto a gordura começa a ser utilizada como combustível no fígado, num processo conhecido cetose.
Até aqui vimos de forma bem resumida o metabolismo dos carboidratos, no que concerne ao ganho de peso.
Mas e as gorduras, não engordam?
Sem dúvida que sim, mas há um detalhe muito importante, nos temos uma resposta de saciedade para gordura, isto é depois de ingerir determinada quantia de gordura sem presença de carboidratos, no geral passamos a ter aversão por ela e paramos de comer. Com os carboidratos refinados, esta resposta por conta dos picos de insulina, fica comprometida, e logo em seguida queremos comer novamente.
A comprovação prática para esta questão das gorduras é o sucesso da dieta do Dr. Atkins, que permite a ingestão de quantidades enormes de proteínas e gorduras, com exclusão total de carboidratos, que produz sem dúvidas emagrecimento. Aqui cabe ressaltar que esta dieta, embora produza emagrecimento, do meu ponto de vista não é saudável e leva a aumentos patológicos dos níveis de colesterol.
Penso que o consumo exagerado da associação de carboidratos refinados e gorduras devem ser considerados a principal causa de obesidade na atualidade.
Como estamos falando de macro-nutrientes, algumas palavras sobre as proteínas, são as mocinhas desta historia toda, pois na pratica não engordam e de quebra, sua ingestão ajuda a aumentar o metabolismo e aumenta a nossa sensação de saciedade.
Porque as dietas puramente de restrição calórica funcionam limitadamente?
Como vimos, nosso combustível preferencial é a glicose, depois vem as gorduras e por fim as proteínas, isso dentro de uma fisiologia normal, isto é, sem excesso de peso.
Na situação de excesso de peso, a via de queima de gorduras não funciona adequadamente. Na falta dos carboidratos, passamos a quebrar proteínas para gerar energia, o que é um péssimo negócio, metabolicamente falando.
Nas dietas altamente restritivas ou durante o uso de medicamentos que inibem o apetite, uma percentagem do emagrecimento é por conta da perda de massa muscular para gerar energia. Este emagrecimento, que numa primeira vista pode parecer positivo, é ilusório, pois se perdeu tecido muscular, que dificilmente será reposto.
Como estas dietas são feitas por pouco tempo e não se preocupam em fazer uma reeducação alimentar, ao voltar ao padrão alimentar antigo, a pessoa vai ganhar mais peso e com mais facilidade e rapidez, pois já não conta mais com a mesma massa muscular que queimava calorias, e que foi consumida durante a dieta. Isso explica o famoso efeito sanfona.
Existem vários caminhos para emagrecer, todos precisam de comprometimento do paciente, não se iluda não há caminho fácil, rápido e nem atalhos.
Para sair deste desequilíbrio metabólico, você precisa ter uma reeducação alimentar e atividade física. Outros métodos como acupuntura, fitoterapia, terapia antioxidante, devem ser coadjuvantes do tratamento, vão ser usados quando necessários.
E principalmente “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu médico, faça a sua parte e tenha persistência, os resultados virão”.
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
Site: www.fabiopisani.med.br
Em última analise todos os carboidratos devem ser transformados em glicose, pois ela é o combustível que vai ser usado dentro das mitocôndrias (organelas que existem dentro das células) para gerar a juntamente com o oxigênio que respiramos, a energia que nosso corpo precisa para funcionar.
Mas para adentrar o interior das células, a glicose precisa passar pela membrana celular, e isso só pode ser feito com a ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas.
Acontece que em quem esta acima do peso, o pâncreas tem que produzir cada vez mais insulina, pois com o sangue cheio de açúcar, a membrana celular fica como que caramelizada, dificultando a ação da insulina, a isso chamamos de resistência à insulina. Este é o primeiro passo para a obesidade, diabetes e outras patologias crônicas e degenerativas.
Agora vejamos alguns dos fenômenos que ocorrem quando temos excesso de insulina no sangue:
1. Não conseguimos gerar energia a partir do tecido gorduroso, pelo contrario, a insulina alta estimula a formação de ácidos graxos (blocos básicos de gorduras) e triglicerídeos que vão ser armazenados nas células gordurosas.
2. Com a insulina alta, nossa fome e desejo de comer doces são praticamente constantes, pois como esta glicose não entra na célula, estamos sem energia.
3. O corpo passa a reter mais sal e água e diminui a eliminação de líquidos e aparece o inchaço e a elevação da pressão arterial.
4. Os aminoácidos que são utilizados para produção dos neurotransmissores (serotonina, dopamina) diminuem, e surgem a irritabilidade, sono irregular e a depressão.
Estes são apenas alguns dos efeitos principais de uma taxa elevada de insulina, para solucionar este desequilíbrio, o remédio mais eficaz é a adoção de um tratamento que envolva uma mudança de hábitos alimentares, atividade física adequada, fitoterapia, acupuntura entre ostras terapias.
E por fim um conselho que dou a todos os meus pacientes “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu medico, comprometa-se com o tratamento, faça sua parte!!”
Como os carboidratos viram gordura
Com açúcar sobrando na circulação, primeiro nosso corpo o transforma em glicogênio, que fica armazenado no fígado e nos músculos, e são nossas reservas mais imediatas de energia. Como esta capacidade de armazenamento tem certo limite, o que sobrar de glicose, será convertida em ácidos graxos (moléculas básicas de gordura) e posteriormente em triglicerídeos, que vão ser armazenados, adivinhe onde, no tecido gorduroso. Nas mulheres se armazenam mais da cintura para baixo e nos homens mais no abdômen.
Mas como sair desta armadilha metabólica?
É simples, mas não é fácil, pois temos de romper com o ciclo: comer carboidratos, picos de insulina, mais desejo de comer carboidratos, ganho de peso.
O caminho passa, antes de uma reeducação alimentar profunda, por uma redução drástica e temporária, do consumo de qualquer tipo de carboidrato, seja ele refinado ou complexo.
Esta conduta vai praticamente reduzir o nível de insulina e forçar o corpo a buscar uma nova fonte de energia, e você já sabe onde, no tecido gorduroso. Isto acontece porque com a insulina em baixa, entra em ação outro hormônio, menos conhecido, chamado glucagon, que vai ao tecido gorduroso e estimula a conversão dos triglicerídeos em ácidos graxos e depois glicose, o contrario do que fez o excesso de insulina. E a partir deste, ponto a gordura começa a ser utilizada como combustível no fígado, num processo conhecido cetose.
Até aqui vimos de forma bem resumida o metabolismo dos carboidratos, no que concerne ao ganho de peso.
Mas e as gorduras, não engordam?
Sem dúvida que sim, mas há um detalhe muito importante, nos temos uma resposta de saciedade para gordura, isto é depois de ingerir determinada quantia de gordura sem presença de carboidratos, no geral passamos a ter aversão por ela e paramos de comer. Com os carboidratos refinados, esta resposta por conta dos picos de insulina, fica comprometida, e logo em seguida queremos comer novamente.
A comprovação prática para esta questão das gorduras é o sucesso da dieta do Dr. Atkins, que permite a ingestão de quantidades enormes de proteínas e gorduras, com exclusão total de carboidratos, que produz sem dúvidas emagrecimento. Aqui cabe ressaltar que esta dieta, embora produza emagrecimento, do meu ponto de vista não é saudável e leva a aumentos patológicos dos níveis de colesterol.
Penso que o consumo exagerado da associação de carboidratos refinados e gorduras devem ser considerados a principal causa de obesidade na atualidade.
Como estamos falando de macro-nutrientes, algumas palavras sobre as proteínas, são as mocinhas desta historia toda, pois na pratica não engordam e de quebra, sua ingestão ajuda a aumentar o metabolismo e aumenta a nossa sensação de saciedade.
Porque as dietas puramente de restrição calórica funcionam limitadamente?
Como vimos, nosso combustível preferencial é a glicose, depois vem as gorduras e por fim as proteínas, isso dentro de uma fisiologia normal, isto é, sem excesso de peso.
Na situação de excesso de peso, a via de queima de gorduras não funciona adequadamente. Na falta dos carboidratos, passamos a quebrar proteínas para gerar energia, o que é um péssimo negócio, metabolicamente falando.
Nas dietas altamente restritivas ou durante o uso de medicamentos que inibem o apetite, uma percentagem do emagrecimento é por conta da perda de massa muscular para gerar energia. Este emagrecimento, que numa primeira vista pode parecer positivo, é ilusório, pois se perdeu tecido muscular, que dificilmente será reposto.
Como estas dietas são feitas por pouco tempo e não se preocupam em fazer uma reeducação alimentar, ao voltar ao padrão alimentar antigo, a pessoa vai ganhar mais peso e com mais facilidade e rapidez, pois já não conta mais com a mesma massa muscular que queimava calorias, e que foi consumida durante a dieta. Isso explica o famoso efeito sanfona.
Existem vários caminhos para emagrecer, todos precisam de comprometimento do paciente, não se iluda não há caminho fácil, rápido e nem atalhos.
Para sair deste desequilíbrio metabólico, você precisa ter uma reeducação alimentar e atividade física. Outros métodos como acupuntura, fitoterapia, terapia antioxidante, devem ser coadjuvantes do tratamento, vão ser usados quando necessários.
E principalmente “Não queira ser emagrecida (o) pelo seu médico, faça a sua parte e tenha persistência, os resultados virão”.
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
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Cetose
Cetose, que bicho é esse?
Você de estar pensando que talvez seja um novo medicamento para emagrecer, mas não é.
Quando estamos sem muito carboidrato na nossa alimentação, o nosso corpo vai buscar energia na gordura acumulada. Primeiro ele quebra os triglicerídeos em ácidos graxos. A liberação de energia a partir dos ácidos graxos produz um subproduto que são as cetonas, não confundir com a acetona, é a este processo que chamamos Cetose.
A Cetose, quando fisiológica e controlada, é muito útil para quem quer emagrecer, e pode ser tolerada por nosso corpo por um tempo bem longo. Vale frisar que os regimes descontrolados com muita proteína e gordura como os de Dr. Atkins e Dr. Stillman, também produzem uma Cetose, só que esta é acentuada e leva a sintomas como: náuseas, fadiga, hipotensão, vômitos e desidratação. Não é deste tipo de Cetose que estou falando.
Mas o que ocorre de mais importante na Cetose leve, a geração de energia a partir dos ácidos graxos e conseqüentemente o emagrecimento, de vai ocorrer de uma forma suave e natural.
Quando ficamos pelo menos 3 dias sem consumir qualquer tipo de carboidrato, naturalmente entramos em Cetose, e acontece um fato surpreendente, nosso apetite e desejo de doces começa a diminuir. A taxa de insulina começa a declinar e a ação da insulina torna-se mais eficaz.
O corpo também começa a eliminar o excesso de sal e água que esta retendo, e você começa a desinchar.
Os sintomas pré-menstruais de mudança de humor, depressão, irritabilidade, desejo descontrolado de doces e chocolate, também começam a declinar.
Parece bom demais para ser verdade, mas se seguir corretamente as orientações, é exatamente isso que vai ocorrer.
Mas atenção não faça isso por conta própria, procure por um médico ou nutricionista para montar uma dieta equilibrada.
Dr. Fabio Miranda Pisani
CRM 43711
Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
R Dr. Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, CEP 13024-040
Fones: Clínica: 19 3254-4012 e 3254-0747
Site: www.fabiopisani.med.br
Você de estar pensando que talvez seja um novo medicamento para emagrecer, mas não é.
Quando estamos sem muito carboidrato na nossa alimentação, o nosso corpo vai buscar energia na gordura acumulada. Primeiro ele quebra os triglicerídeos em ácidos graxos. A liberação de energia a partir dos ácidos graxos produz um subproduto que são as cetonas, não confundir com a acetona, é a este processo que chamamos Cetose.
A Cetose, quando fisiológica e controlada, é muito útil para quem quer emagrecer, e pode ser tolerada por nosso corpo por um tempo bem longo. Vale frisar que os regimes descontrolados com muita proteína e gordura como os de Dr. Atkins e Dr. Stillman, também produzem uma Cetose, só que esta é acentuada e leva a sintomas como: náuseas, fadiga, hipotensão, vômitos e desidratação. Não é deste tipo de Cetose que estou falando.
Mas o que ocorre de mais importante na Cetose leve, a geração de energia a partir dos ácidos graxos e conseqüentemente o emagrecimento, de vai ocorrer de uma forma suave e natural.
Quando ficamos pelo menos 3 dias sem consumir qualquer tipo de carboidrato, naturalmente entramos em Cetose, e acontece um fato surpreendente, nosso apetite e desejo de doces começa a diminuir. A taxa de insulina começa a declinar e a ação da insulina torna-se mais eficaz.
O corpo também começa a eliminar o excesso de sal e água que esta retendo, e você começa a desinchar.
Os sintomas pré-menstruais de mudança de humor, depressão, irritabilidade, desejo descontrolado de doces e chocolate, também começam a declinar.
Parece bom demais para ser verdade, mas se seguir corretamente as orientações, é exatamente isso que vai ocorrer.
Mas atenção não faça isso por conta própria, procure por um médico ou nutricionista para montar uma dieta equilibrada.
Dr. Fabio Miranda Pisani
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Acupuntura, Terapia Antioxidante e Fitoterapia Chinesa
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28 fevereiro, 2008
Terapia Antioxidante
Terapia Antioxidante
O objetivo básico de uma Terapia Antioxidante é desintoxicar, nutrir e otimizar o funcionamento do organismo, curando e prevenindo doenças e proporcionando um envelhecimento saudável e uma melhor qualidade de vida. Em nossa cultura, só se vai ao médico quando se adoece. De forma geral as pessoas não sabem que podem ser tratadas para otimizar o funcionamento do seu organismo e curas e evitar o surgimento de várias doenças.
Com o avanço da ciência, hoje já conseguimos identificar muitos fatores que produzem doenças e envelhecimento precoce do nosso corpo. Estes são alguns deles: alimentação inadequada, stress, produção excessiva de radicais livres, danos freqüentes ao DNA, inflamação crônica subclínica, glicação, redução do metabolismo, sedentarismo, redução da imunidade, radiações eletromagnéticas, desintoxicação deficiente, produção e função inadequada de neurotransmissores e hormônios, entre outros.
Felizmente quase todos estes fatores podem ser corrigidos, com algumas mudanças no modo de vida e algumas ações terapêuticas. Mas é importante entender que é um processo que deve ser seguido por alguns meses, e não apenas uma breve orientação médica.
A alimentação inadequada é um dos fatores mais importantes, pois a ingestão constante de alimentos nocivos ao nosso organismo provoca um processo inflamatório ao nível da mucosa intestinal, seguido de uma alteração da permeabilidade da parede intestinal, que por sua vez altera a absorção dos nutrientes. Soma-se a isto a presença em larga escala de agrotóxicos nos alimentos, metais pesados e parasitas intestinais, agravando este estado. Para corrigir este quadro, temos de ir além da correção alimentar, temos que primeiramente eliminar os metais pesados, agrotóxicos, pesticidas e parasitas intestinais. Feito isto, e com uma alimentação adequada, nosso corpo ira aproveitar melhor os nutrientes da própria alimentação. Não existe uma alimentação padrão boa para todo mundo. Podemos escolher nossos alimentos de acordo com o tipo sanguíneo ou de acordo com a biotipologia, ou outros métodos que levem em consideração a individualidade de cada pessoa.
Em nosso corpo temos bilhões de micróbios, que nos são muito úteis, e vivem em harmonia conosco, ajudando na digestão e produção de vitaminas. Mas também temos vários parasitas, que devem ser eliminados, pois roubam nossos nutrientes e lesam nossa saúde. Entre eles esta a Candida albicans, responsável além da candidíase, por inúmeros outros sintomas.
Com o uso excessivo de produtos industrializados, medicamentos químicos, ar e água poluídos, o nosso corpo tem dificuldades para se desintoxicar. O órgão que mais sofre é o fígado, o “filtro” do nosso sangue, mas os rins e os intestinos e a pele também sofrem com as toxinas. Este fato nos mostra a importância de fazermos um processo de desintoxicação dos vários sistemas orgânicos. Sabe-se hoje que a intoxicação por alumínio pode provocar Alzheimer e Parkinson.
A inflamação em si é um mecanismo de reparo extremamente útil para nossa recuperação das agressões que sofremos, mas ela deve ser sempre de curta duração. Quando nosso corpo está cronicamente intoxicado, algumas substâncias (toxinas) e mesmo alguns alimentos, desencadeiam um processo inflamatório crônico, sem muitas manifestações clínicas no seu inicio. Mas as pesquisas mais recentes mostram que esta inflamação crônica esta na base de inúmeras doenças crônicas entre as principais são as doenças coronarianas, que não são só devidas ao colesterol, fumo e obesidade.
O modo de vida sedentário e o consumo de alimentos industrializados em excesso têm causado aumento da obesidade e dos casos de diabetes tipo 2. O principal mecanismo envolvido nestas alterações chama-se glicação. A glicação ocorre porque existe muito açúcar no sangue, que “carameliza” as membranas das células, impedindo seus receptores funcionem corretamente. Com o açúcar (glicose) fora das células, as pessoas ficam cansadas sem e energia, e sempre querendo comer mais carboidratos. Forma-se um ciclo vicioso, cujo resultado mais visível é a obesidade, que já é considerada uma epidemia mundial. O uso de carboidratos complexos (integrais) em conjunto com alguns medicamentos podem corrigir este quadro.
Outro aspecto importante é a redução do metabolismo basal. Cerca de 70 a 75% das nossas calorias são gastas por nosso metabolismo basal (MB). Nosso MB depende muito do nosso tecido muscular, que gasta energia mesmo em repouso, daí a importância de termos uma atividade física regular e adequada. A tireóide é quem controla nosso metabolismo, e muitas vezes seu funcionamento mais lento por não ser detectado pelos exames, e acaba ficando sem tratamento. Os principais sintomas de hipofunção da tireóide são: ganho de peso, constipação, irregularidades menstruais, pele e cabelos secos, unhas fracas, cansaço constante, entre outros. Hoje sabemos que as dietas de poucas calorias tendem ao fracasso, pois quanto mais se reduz a quantidade de alimentos, mais o corpo reduz o metabolismo, isto é, comer menos faz o corpo gastar queimar menos calorias. Pior ainda são os longos períodos sem alimentação, que forçam o corpo a converter músculos (proteína) em energia, perde-se o tecido que mais queima calorias. Se você ainda pensa que para emagrecer tem que “fechar a boca”, saiba que está muito longe da verdade cientifica atual. Para aumentar o metabolismo além da atividade física, existem certos alimentos e medicamentos que podem ajudar. Mas quem quer emagrecer deve entender que não pode ser emagrecida pelo médico, é essencial compreender que o excesso de peso decorre de uma série de desequilíbrios e que não existe e não existirá um remédio único que equilibre todos os fatores envolvidos na obesidade. O emagrecimento deve ser resultado do equilíbrio geral do organismo, e não um objetivo a ser alcançado a qualquer preço. Se você não concorda com estas colocações, por favor, esqueça este tratamento, ele não é para você.
Na realidade o grande “queimador” de calorias que temos chama-se mitocôndria, que são estruturas que existem dentro das células e transformam a glicose em energia, é um tipo de micro usina de energia. Esta geração de energia depende do oxigênio, e um dos seus subprodutos são os radicais livres (RL), que ganharam notoriedade nos últimos tempos. Os RL são apontados hoje como um dos maiores responsáveis pelo envelhecimento, pois lesam as membranas celulares e o nosso material genético (DNA). Para tentar solucionar esta condição, surgiu a Terapia Antioxidante. O uso de vitaminas, minerais, aminoácidos e fitonutrientes, ajudam a reduzir muito as alterações produzidas pelos RL.
Além das mitocôndrias, outros grandes geradores de RL são: o stress, o fumo, exposição solar excessiva, exercícios físicos intensos entre muitos outros.
Um assunto ainda pouco considerado pela medicina convencional são as radiações eletromagnéticas. O desenvolvimento tecnológico nos faz conviver com vários aparelhos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, que emitem constantemente radiações ionizantes, que provocam muitas alterações em nosso corpo energético. Infelizmente ainda temos poucos meios para nos livrarmos destes efeitos nocivos.
Para fazer um diagnóstico do que precisa ser corrigido, a Terapia Antioxidante usa os exames laboratoriais rotineiros e também um bem especifico que é o mineralograma, que pode ser feito através do cabelo ou do sangue. O tratamento, dependendo de cada caso pode ser feito com Fitoterapia (ervas), Vitaminas, Sais Minerais, Fitonutrientes, Oligoelementos, Homeopatia entre outras; além de propor mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida.
O objetivo básico de uma Terapia Antioxidante é desintoxicar, nutrir e otimizar o funcionamento do organismo, curando e prevenindo doenças e proporcionando um envelhecimento saudável e uma melhor qualidade de vida. Em nossa cultura, só se vai ao médico quando se adoece. De forma geral as pessoas não sabem que podem ser tratadas para otimizar o funcionamento do seu organismo e curas e evitar o surgimento de várias doenças.
Com o avanço da ciência, hoje já conseguimos identificar muitos fatores que produzem doenças e envelhecimento precoce do nosso corpo. Estes são alguns deles: alimentação inadequada, stress, produção excessiva de radicais livres, danos freqüentes ao DNA, inflamação crônica subclínica, glicação, redução do metabolismo, sedentarismo, redução da imunidade, radiações eletromagnéticas, desintoxicação deficiente, produção e função inadequada de neurotransmissores e hormônios, entre outros.
Felizmente quase todos estes fatores podem ser corrigidos, com algumas mudanças no modo de vida e algumas ações terapêuticas. Mas é importante entender que é um processo que deve ser seguido por alguns meses, e não apenas uma breve orientação médica.
A alimentação inadequada é um dos fatores mais importantes, pois a ingestão constante de alimentos nocivos ao nosso organismo provoca um processo inflamatório ao nível da mucosa intestinal, seguido de uma alteração da permeabilidade da parede intestinal, que por sua vez altera a absorção dos nutrientes. Soma-se a isto a presença em larga escala de agrotóxicos nos alimentos, metais pesados e parasitas intestinais, agravando este estado. Para corrigir este quadro, temos de ir além da correção alimentar, temos que primeiramente eliminar os metais pesados, agrotóxicos, pesticidas e parasitas intestinais. Feito isto, e com uma alimentação adequada, nosso corpo ira aproveitar melhor os nutrientes da própria alimentação. Não existe uma alimentação padrão boa para todo mundo. Podemos escolher nossos alimentos de acordo com o tipo sanguíneo ou de acordo com a biotipologia, ou outros métodos que levem em consideração a individualidade de cada pessoa.
Em nosso corpo temos bilhões de micróbios, que nos são muito úteis, e vivem em harmonia conosco, ajudando na digestão e produção de vitaminas. Mas também temos vários parasitas, que devem ser eliminados, pois roubam nossos nutrientes e lesam nossa saúde. Entre eles esta a Candida albicans, responsável além da candidíase, por inúmeros outros sintomas.
Com o uso excessivo de produtos industrializados, medicamentos químicos, ar e água poluídos, o nosso corpo tem dificuldades para se desintoxicar. O órgão que mais sofre é o fígado, o “filtro” do nosso sangue, mas os rins e os intestinos e a pele também sofrem com as toxinas. Este fato nos mostra a importância de fazermos um processo de desintoxicação dos vários sistemas orgânicos. Sabe-se hoje que a intoxicação por alumínio pode provocar Alzheimer e Parkinson.
A inflamação em si é um mecanismo de reparo extremamente útil para nossa recuperação das agressões que sofremos, mas ela deve ser sempre de curta duração. Quando nosso corpo está cronicamente intoxicado, algumas substâncias (toxinas) e mesmo alguns alimentos, desencadeiam um processo inflamatório crônico, sem muitas manifestações clínicas no seu inicio. Mas as pesquisas mais recentes mostram que esta inflamação crônica esta na base de inúmeras doenças crônicas entre as principais são as doenças coronarianas, que não são só devidas ao colesterol, fumo e obesidade.
O modo de vida sedentário e o consumo de alimentos industrializados em excesso têm causado aumento da obesidade e dos casos de diabetes tipo 2. O principal mecanismo envolvido nestas alterações chama-se glicação. A glicação ocorre porque existe muito açúcar no sangue, que “carameliza” as membranas das células, impedindo seus receptores funcionem corretamente. Com o açúcar (glicose) fora das células, as pessoas ficam cansadas sem e energia, e sempre querendo comer mais carboidratos. Forma-se um ciclo vicioso, cujo resultado mais visível é a obesidade, que já é considerada uma epidemia mundial. O uso de carboidratos complexos (integrais) em conjunto com alguns medicamentos podem corrigir este quadro.
Outro aspecto importante é a redução do metabolismo basal. Cerca de 70 a 75% das nossas calorias são gastas por nosso metabolismo basal (MB). Nosso MB depende muito do nosso tecido muscular, que gasta energia mesmo em repouso, daí a importância de termos uma atividade física regular e adequada. A tireóide é quem controla nosso metabolismo, e muitas vezes seu funcionamento mais lento por não ser detectado pelos exames, e acaba ficando sem tratamento. Os principais sintomas de hipofunção da tireóide são: ganho de peso, constipação, irregularidades menstruais, pele e cabelos secos, unhas fracas, cansaço constante, entre outros. Hoje sabemos que as dietas de poucas calorias tendem ao fracasso, pois quanto mais se reduz a quantidade de alimentos, mais o corpo reduz o metabolismo, isto é, comer menos faz o corpo gastar queimar menos calorias. Pior ainda são os longos períodos sem alimentação, que forçam o corpo a converter músculos (proteína) em energia, perde-se o tecido que mais queima calorias. Se você ainda pensa que para emagrecer tem que “fechar a boca”, saiba que está muito longe da verdade cientifica atual. Para aumentar o metabolismo além da atividade física, existem certos alimentos e medicamentos que podem ajudar. Mas quem quer emagrecer deve entender que não pode ser emagrecida pelo médico, é essencial compreender que o excesso de peso decorre de uma série de desequilíbrios e que não existe e não existirá um remédio único que equilibre todos os fatores envolvidos na obesidade. O emagrecimento deve ser resultado do equilíbrio geral do organismo, e não um objetivo a ser alcançado a qualquer preço. Se você não concorda com estas colocações, por favor, esqueça este tratamento, ele não é para você.
Na realidade o grande “queimador” de calorias que temos chama-se mitocôndria, que são estruturas que existem dentro das células e transformam a glicose em energia, é um tipo de micro usina de energia. Esta geração de energia depende do oxigênio, e um dos seus subprodutos são os radicais livres (RL), que ganharam notoriedade nos últimos tempos. Os RL são apontados hoje como um dos maiores responsáveis pelo envelhecimento, pois lesam as membranas celulares e o nosso material genético (DNA). Para tentar solucionar esta condição, surgiu a Terapia Antioxidante. O uso de vitaminas, minerais, aminoácidos e fitonutrientes, ajudam a reduzir muito as alterações produzidas pelos RL.
Além das mitocôndrias, outros grandes geradores de RL são: o stress, o fumo, exposição solar excessiva, exercícios físicos intensos entre muitos outros.
Um assunto ainda pouco considerado pela medicina convencional são as radiações eletromagnéticas. O desenvolvimento tecnológico nos faz conviver com vários aparelhos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, que emitem constantemente radiações ionizantes, que provocam muitas alterações em nosso corpo energético. Infelizmente ainda temos poucos meios para nos livrarmos destes efeitos nocivos.
Para fazer um diagnóstico do que precisa ser corrigido, a Terapia Antioxidante usa os exames laboratoriais rotineiros e também um bem especifico que é o mineralograma, que pode ser feito através do cabelo ou do sangue. O tratamento, dependendo de cada caso pode ser feito com Fitoterapia (ervas), Vitaminas, Sais Minerais, Fitonutrientes, Oligoelementos, Homeopatia entre outras; além de propor mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida.
01 agosto, 2007
PORQUE DEVEMOS NOS DESINTOXICAR
PORQUE DEVEMOS NOS DESINTOXICAR
Nunca na história da humanidade, estivemos expostos a tantos fatores agressores como estamos agora.
A poluição ocorre em vários níveis, desde os mais densos como os produtos químicos (conservantes, agrotóxicos, metais pesados, medicamentos, etc), microorganismos (bactérias, fungos, vírus) até os mais sutis como as radiações (eletromagnéticas, ionizantes).
O nosso corpo até certo ponto consegue se defender destes fatores agressores, pois temos uma função de auto-equilíbrio (homeostase). Mas isso tem um limite, a partir do qual começamos a adoecer, isto é, nosso organismo começa a dar sinais de algo não vai bem e que precisamos mudar alguma coisa.
Estes agentes que nos intoxicam podem entrar em nosso corpo basicamente por três vias, pela pele, pela respiração e pela alimentação. Neste artigo vou abordar a alimentação.
Não há saúde sem uma alimentação adequada a cada biotipo, isto significa que nem sempre o que gostamos de comer, é o que nos faz bem.
Todo alimento possui basicamente duas propriedades uma energética e outra material.
A característica energética nos informa, por exemplo, se um alimento nos aquece (gengibre) ou nos refresca (abacaxi, melancia). Se atua tem tropismo por algum órgão (raízes e o rim). Estas propriedades dos alimentos são bem estudas na Medicina Chinesa e quase desconhecidas da Medicina Ocidental.
A parte mais material (proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e sais minerais), são bem conhecidas por todos nós e a elas vamos nos ater um pouco mais.
De uma forma bem simplificada, tudo que comemos tem que ser quebrado (digerido) em particulares menores, para que possam ser utilizadas por nosso corpo ou para gerar energia ou para produzir ou reparar tecidos. Proteínas são quebradas em aminoácidos, gorduras em ácidos graxos e carboidratos em açucares simples.
Todo este material vai ser absorvido em grande parte no intestino delgado. E aqui começam nossos problemas.
A mucosa que reveste os intestinos, no seu estado saudável, deveria ser integra, como uma tela com micro poros, que permitisse a passagem apenas de micro partículas e bloqueasse as macromoléculas. Mas esta mucosa é diariamente agredida por metais pesados, agrotóxicos, pesticidas, conservantes, medicamentos químicos, alimentos inadequados ao nosso biotipo. Esta agressão produz fissuras nesta mucosa, que por sua vez fica mais permeável e perde sua capacidade de filtro seletivo.
Como esta mucosa tem contato direto com a micro circulação, começamos a absorver substancias inadequadas ao nosso funcionamento.
Não bastasse isto, as bactérias, fungos e outros microorganismos que formam nossa floral intestinal, também são afetadas por estes mesmos fatores agressores, e entram em desarmonia, deixando de ser benéficas e passando a patogênicas.
Hoje sabemos que o intestino é o maior produtor de serotonina que temos. A serotonina é um neurotransmissor que esta associado a nosso sentimento de prazer e bem estar. Encontra-se muito diminuído nas depressões. Do meu ponto de vista, uma das principais causas desta “epidemia” de depressão que estamos assistindo nos últimos anos, esta associada a estas alterações ao nível intestinal, e não puramente a fatores emocionais.
Bem, e como fazemos para o problema?
Não existe uma terapêutica única, que possa resolver todo o processo. Penso que a primeira providencia a tomar, é eliminar o máximo possível destes fatores que estão agredindo a mucosa intestinal. Em minha clínica uso medicamentos fitoterápicos (plantas), que funcionam de forma eficaz e ecológica, sem lesar o organismo. É uma terapia de baixo custo e muito bem aceita pelos pacientes. Outras formas seriam a hidrocolon terapia, recente aqui no Brasil e a quelação, que é utilizada na terapia ortomolecular.
Depois temos que oferecer ao organismo, alimentos prebióticos, para que a flora intestinal seja recuperada ao seu estado de equilíbrio.
Neste meio tempo temos que identificar os alimentos que nos fazem mal e os que são bons. Aqui também existem algumas técnicas para identificá-los. Na minha pratica utilizo o teste de resistência muscular (O Ring Test), que é feito na própria consulta, e tem resultados bastante confiáveis. Mas também podem ser usados exames laboratoriais para identificar intolerâncias ou alergias alimentares.
E por em alguns casos se faz necessária a reposição de algumas vitaminas ou sais minerais, que após esta limpeza do organismo, podem ser usados em pequenas quantidades, pois vão ser melhor absorvidos pela mucosa intestinal.
Embora este artigo seja bem resumido, minha intenção é despertar nas pessoas a idéia de agir preventivamente. Não esperar que surja uma doença para ir ao médico. Penso que 80% das nossas doenças crônicas degenerativas como (artrite, artrose, colesterol aumentado, aterosclerose, stress, cansaço excessivo, envelhecimento precoce, insônia, menopausa, depressão, falta de concentração, alergias, constipação, obesidade, lesões de pele, falta de energia, imunidade diminuída, processos inflamatórios, etc) têm inicio ou são mantidas por esta “intoxicação crônica” a que somos submetidos diariamente.
Dr Fábio Miranda Pisani
Acupuntura, Fitoterapia, Homeopatia
CRM: 43711
Tel: +55 (19) 3254 4012 e 3254 0747
Cel: +55 (19) 81463081
+55 (19) 3384-0861(direto)
R Dr Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, Cep: 13024-040
Nunca na história da humanidade, estivemos expostos a tantos fatores agressores como estamos agora.
A poluição ocorre em vários níveis, desde os mais densos como os produtos químicos (conservantes, agrotóxicos, metais pesados, medicamentos, etc), microorganismos (bactérias, fungos, vírus) até os mais sutis como as radiações (eletromagnéticas, ionizantes).
O nosso corpo até certo ponto consegue se defender destes fatores agressores, pois temos uma função de auto-equilíbrio (homeostase). Mas isso tem um limite, a partir do qual começamos a adoecer, isto é, nosso organismo começa a dar sinais de algo não vai bem e que precisamos mudar alguma coisa.
Estes agentes que nos intoxicam podem entrar em nosso corpo basicamente por três vias, pela pele, pela respiração e pela alimentação. Neste artigo vou abordar a alimentação.
Não há saúde sem uma alimentação adequada a cada biotipo, isto significa que nem sempre o que gostamos de comer, é o que nos faz bem.
Todo alimento possui basicamente duas propriedades uma energética e outra material.
A característica energética nos informa, por exemplo, se um alimento nos aquece (gengibre) ou nos refresca (abacaxi, melancia). Se atua tem tropismo por algum órgão (raízes e o rim). Estas propriedades dos alimentos são bem estudas na Medicina Chinesa e quase desconhecidas da Medicina Ocidental.
A parte mais material (proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e sais minerais), são bem conhecidas por todos nós e a elas vamos nos ater um pouco mais.
De uma forma bem simplificada, tudo que comemos tem que ser quebrado (digerido) em particulares menores, para que possam ser utilizadas por nosso corpo ou para gerar energia ou para produzir ou reparar tecidos. Proteínas são quebradas em aminoácidos, gorduras em ácidos graxos e carboidratos em açucares simples.
Todo este material vai ser absorvido em grande parte no intestino delgado. E aqui começam nossos problemas.
A mucosa que reveste os intestinos, no seu estado saudável, deveria ser integra, como uma tela com micro poros, que permitisse a passagem apenas de micro partículas e bloqueasse as macromoléculas. Mas esta mucosa é diariamente agredida por metais pesados, agrotóxicos, pesticidas, conservantes, medicamentos químicos, alimentos inadequados ao nosso biotipo. Esta agressão produz fissuras nesta mucosa, que por sua vez fica mais permeável e perde sua capacidade de filtro seletivo.
Como esta mucosa tem contato direto com a micro circulação, começamos a absorver substancias inadequadas ao nosso funcionamento.
Não bastasse isto, as bactérias, fungos e outros microorganismos que formam nossa floral intestinal, também são afetadas por estes mesmos fatores agressores, e entram em desarmonia, deixando de ser benéficas e passando a patogênicas.
Hoje sabemos que o intestino é o maior produtor de serotonina que temos. A serotonina é um neurotransmissor que esta associado a nosso sentimento de prazer e bem estar. Encontra-se muito diminuído nas depressões. Do meu ponto de vista, uma das principais causas desta “epidemia” de depressão que estamos assistindo nos últimos anos, esta associada a estas alterações ao nível intestinal, e não puramente a fatores emocionais.
Bem, e como fazemos para o problema?
Não existe uma terapêutica única, que possa resolver todo o processo. Penso que a primeira providencia a tomar, é eliminar o máximo possível destes fatores que estão agredindo a mucosa intestinal. Em minha clínica uso medicamentos fitoterápicos (plantas), que funcionam de forma eficaz e ecológica, sem lesar o organismo. É uma terapia de baixo custo e muito bem aceita pelos pacientes. Outras formas seriam a hidrocolon terapia, recente aqui no Brasil e a quelação, que é utilizada na terapia ortomolecular.
Depois temos que oferecer ao organismo, alimentos prebióticos, para que a flora intestinal seja recuperada ao seu estado de equilíbrio.
Neste meio tempo temos que identificar os alimentos que nos fazem mal e os que são bons. Aqui também existem algumas técnicas para identificá-los. Na minha pratica utilizo o teste de resistência muscular (O Ring Test), que é feito na própria consulta, e tem resultados bastante confiáveis. Mas também podem ser usados exames laboratoriais para identificar intolerâncias ou alergias alimentares.
E por em alguns casos se faz necessária a reposição de algumas vitaminas ou sais minerais, que após esta limpeza do organismo, podem ser usados em pequenas quantidades, pois vão ser melhor absorvidos pela mucosa intestinal.
Embora este artigo seja bem resumido, minha intenção é despertar nas pessoas a idéia de agir preventivamente. Não esperar que surja uma doença para ir ao médico. Penso que 80% das nossas doenças crônicas degenerativas como (artrite, artrose, colesterol aumentado, aterosclerose, stress, cansaço excessivo, envelhecimento precoce, insônia, menopausa, depressão, falta de concentração, alergias, constipação, obesidade, lesões de pele, falta de energia, imunidade diminuída, processos inflamatórios, etc) têm inicio ou são mantidas por esta “intoxicação crônica” a que somos submetidos diariamente.
Dr Fábio Miranda Pisani
Acupuntura, Fitoterapia, Homeopatia
CRM: 43711
Tel: +55 (19) 3254 4012 e 3254 0747
Cel: +55 (19) 81463081
+55 (19) 3384-0861(direto)
R Dr Vieira Bueno, 142, Cambuí
Campinas, SP, Cep: 13024-040
20 abril, 2007
Boldo pode combater infecções urinárias, sugere pesquisa
Cientistas dos Estados Unidos descobriram que o comum extrato herbal forskolin, relacionado ao tradicional boldo-da-terra, pode reduzir infecções urinárias, segundo reportagem da United Press International. No estudo, os pesquisadores do The Duke University Medical Center também observaram que esse extrato, de uma planta indiana, pode realçar a habilidade dos antibióticos de matar as bactérias que causam 90% das infecções na bexiga. Segundo eles, a recorrência da doença se dá porque algumas bactérias se escondem em células da bexiga onde não podem ser alcançadas pelos medicamentos. E o forskolin parece trazê-las para fora, deixando-as suscetíveis aos antibióticos. Mais pesquisa são necessárias para comprovação.
Gordura pode cortar efeitos benéficos da vitamina C
Consumo de gordura pode anular os efeitos anticancerígenos da vitamina C, segundo estudo da Universidade de Glasgow, no Reino Unido. Em experiências em laboratório, a equipe de pesquisadores simulou as atividades do estômago humano e descobriu que a vitamina C (ácido ascórbico) neutraliza compostos cancerígenos que se formam quando a saliva e o alimento se misturam com o ácido no órgão. Mas a presença de gordura no estômago neutraliza essa capacidade de transformar os componentes nocivos em substâncias inofensivas, pois ela converte óxido nítrico formado pelos antioxidantes em nitratos, com potencial cancerígeno. Segundo os especialistas, os resultados reafirmam a importância de uma dieta balanceada.
Trabalhar perto de piscinas aumenta risco de problemas respiratórios
Professores de natação e outras pessoas que passam muito tempo perto de piscinas cloretadas correm maior risco de desenvolver problemas no pulmão, segundo pesquisa da University of Utrecht, na Holanda. Segundo o estudo, a clorina reage com substâncias como a urina e o suor criando compostos que podem irritar o trato respiratório. Na pesquisa, foram investigados 624 pessoas e o ar de 38 piscinas, analisando a exposição delas ao gás triclorina. E os cientistas observaram que os professores de natação tinham 2,4 vezes mais chances de ter sinusite e inflamação na garganta do que os recepcionistas, e risco três vezes maior de ter gripe crônica. Além disso, aqueles expostos a altos níveis do gás tinham aumento de 40% no risco de ter outras complicações respiratórias, comparados com a população em geral
Exercícios físicos podem ajudar a prevenir ansiedade e depressão
Uma corrida regular no parque pode não só prevenir problemas de coração, como também melhorar a saúde mental do praticante, segundo um novo estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha. Os pesquisadores acompanharam, por dez anos, 1158 homens britânicos de meia idade. E observaram que aqueles que faziam exercícios vigorosos, como corrida e futebol, regularmente tinham menos chance (aproximadamente um quarto) de desenvolver depressão e problemas de ansiedade nos cinco anos posteriores. Segundo os pesquisadores, além do impacto na auto-estima e na saúde física, os exercícios podem afetar substâncias químicas do cérebro relacionadas à depressão.
Por que alguns alimentos bloqueiam a expansão de tumores?
Cientistas da Califórnia, Estados Unidos, anunciaram no princípio desta semana a descoberta do mecanismo biológico por trás do efeito protetor que alguns alimentos, como soja e brócolis, têm contra o câncer. Analisando células em laboratório, os pesquisadores identificaram que o diindolymethane, composto resultante da digestão de vegetais crucíferos, como o brócolis e a couve-flor, e o genistein, uma isoflavona encontrada na soja, reduz a proteção que duas proteínas precisam para expandir o câncer de mama e de ovário. O tratamento das células com os compostos foi responsável pela redução de 80% na mobilidade de um receptor responsável pela expansão do câncer. A quantidade de compostos usados para tratar as células foram comparáveis a altas doses de suplementos, por isso, mais pesquisas são necessárias para garantir sua utilidade.
Tomar leite após os exercícios ajuda a ganhar massa muscular
Leite desnatado após os exercícios pode construir duas vezes mais massa muscular do que bebidas à base de soja, segundo um novo estudo canadense. A pesquisa analisou o consumo de leite desnatado em pó e produtos à base de soja após a musculação em oito pessoas que perdem peso facilmente. E os pesquisadores relataram na revista American Journal of Clinical Nutrition que aqueles que beberam leite apresentaram maiores níveis de aminoácidos nos músculos por três horas após os exercícios. Segundo eles, isso ocorre porque as proteínas de digestão mais lenta, como a do leite, levam a um crescimento mais gradual e a longo prazo de aminoácidos no sangue, evitando a “quebra” dos músculos. Os especialistas afirmam ainda que, após dez semanas, os ganhos de massa muscular são duas vezes maiores em quem toma leite
Acupuntura e probióticos para crianças portadoras de asma
De acordo com a Medicina Tradicional Chinesa, existe uma relação entre os pulmões, considerados como órgãos Yin, e o intestino grosso, um órgão Yang. A harmonia entre eles seria uma das responsáveis pelo bem – estar.Considerando essa teoria, pesquisadores da Sociedade Austríaca de Acupuntura e colaboradores, desenvolveram um estudo piloto para avaliar se o tratamento com acupuntura e probióticos (substâncias capazes de equilibrar a flora intestinal) teria benefícios no aprimoramento da terapia medicamentosa, indicada pelos consensos pediátricos para crianças portadoras de asma. Essa pesquisa foi publicada em março deste ano, pelo Pediatric Allergy and Immunology.17 crianças, com idades entre 6 e 12 anos, consideradas como portadoras de asma foram selecionadas para participar do estudo. Elas foram divididas em dois grupos: um que receberia o tratamento com acupuntura a laser e probióticos por 7 semanas e outro, com terapia placebo durante o mesmo período. Testes para avaliar a capacidade respiratória e a qualidade de vida foram realizados para cada participante.Os autores observaram bons resultados no grupo submetido à acupuntura e aos probióticos, havendo redução da hiperreatividade brônquica entre as crianças asmáticas intermitentes e persistentes moderadas. Além disso, os pesquisadores acreditam que esse tipo de terapia possa ser auxiliar na prevenção de exacerbações da doença. Mais estudos deverão ser feitos para a comprovação desses achados.Fonte: Pediatric Allergy and Immunology; 18 (2): 160 – 166 (March 2007).
Adoçante decepcionante- Verdade amarga
Os estudos exigidos normalmente não foram feitos como deviam ter sido e o FDA aprovou sem as devidas conclusões recomendadas. Do que estamos tratando? De uma substancia reconhecida como veneno para formigas. E daí? Por que nos preocuparmos com isso. Pois bem. Essa substancia se chama ASPARTAME. Aquele pozinho branco que se encontra em todos os balcões que servem café ou chá e, ainda mesmo, em muitas das mesas de nossas casas e de restaurantes. As formigas são envenenadas quando em contato com isto e morrem mais rapidamente do que nós, os humanos, quando o consumimos.A razão do aspartame ser venenoso é que 10% dele é METANOL, que se converte em FORMALDEÍDO que, por sua vez é transformado em ÁCIDO FÓRMICO, a mesma substancia usada para descascar EPÓXI e coberturas de URETANO. Não seja ingênuo em achar que os mesmos efeitos danosos não ocorrem dentro de nossos corpos. Os 90% restantes provém de FENILALANINA e ÁCIDO ASPÁRTICO. Esses dois aminoácidos, quando separados do restante dos aminoácidos que nossos organismos utilizam, passam a ser NEUROTÓXICOS, isto é, agridem estruturas do sistema nervoso. De fato, lá pelos anos 70, o FDA recusou-se a aprovar o aspartame para consumo humano. Havia muitas evidências ligando o adoçante a tumores cerebrais, outros distúrbios neurológicos e até mortes experimentais em animais de laboratório. Entretanto, pessoas e grupos poderosos “mexeram os pauzinhos” certos e logo em seguida o aspartame foi aprovado para consumo e propagado como o mais perfeito adoçante já produzido. O poder econômico apresenta muitas razões a mais do que a lógica de se preservar a saúde.Muito mais poderia ser escrito sobre os efeitos seriamente nocivos deste veneno tão usado no nosso dia a dia, mas creio que o alerta já foi dado em várias outras oportunidades e acho que seria útil para todos os interessados nesse tema acessarem o site www.dorway.com e tomarem conhecimento de coisas verdadeiramente escabrosas a respeito.
Remédios podem causar alteração no estado do motorista
Medicamento sem prescrição médica, além de causar mal a saúde, pode provocar acidentes no trânsito. Remédios comuns, ingeridos para combater uma simples gripe, por exemplo, interferem na capacidade do motorista de manter o nível de atenção, necessário para dirigir com segurança.Os antigripais podem causar sonolência em algumas pessoas e, além de aumentar o tempo de reação, podem causar dificuldade de enxergar e até convulsão.Alerta
Se o medicamento for antidepressivo ou antiepilético, os riscos aumentam. "Dirigir sonolento é um grave problema de saúde pública", o sono é um dos principais causadores de acidentes de trânsito, classificados como a segunda maior causa de morte no País.Substâncias prejudiciaisNa tabela abaixo, estão algumas substâncias que podem prejudicar o nível de atenção dos motoristas e as principais reações relacionadas a sua ingestão:
Medicamentos
Principais Reações
Tranqüilizantes
Sonolência e aumento do tempo de reação
Antidepressivos
Perda de cognição, dilatação da pupila e dificuldade de visão
Neurolépticos
Aumento do tempo de reação, sedação e sonolência
Hipnóticos
Sonolência
Antiepilépticos
Sonolência e confusão mental
Analgésicos
Aumento do tempo de reação
Relaxantes musculares
Sonolência e aumento do tempo de reação
Estimulantes
Insônia, irritabilidade, agressividade e efeito rebote
Se o medicamento for antidepressivo ou antiepilético, os riscos aumentam. "Dirigir sonolento é um grave problema de saúde pública", o sono é um dos principais causadores de acidentes de trânsito, classificados como a segunda maior causa de morte no País.Substâncias prejudiciaisNa tabela abaixo, estão algumas substâncias que podem prejudicar o nível de atenção dos motoristas e as principais reações relacionadas a sua ingestão:
Medicamentos
Principais Reações
Tranqüilizantes
Sonolência e aumento do tempo de reação
Antidepressivos
Perda de cognição, dilatação da pupila e dificuldade de visão
Neurolépticos
Aumento do tempo de reação, sedação e sonolência
Hipnóticos
Sonolência
Antiepilépticos
Sonolência e confusão mental
Analgésicos
Aumento do tempo de reação
Relaxantes musculares
Sonolência e aumento do tempo de reação
Estimulantes
Insônia, irritabilidade, agressividade e efeito rebote
08 janeiro, 2007
O Fígado na Medicina Tradicional Chinesa
O fígado, como todos os outros órgãos, tem uma função yin e outra yang. As funções yin estão ligadas à fisiologia e à bioquímica e não serão abordadas aqui; se houver necessidade, existem excelentes tratados para serem consultados. O conceito de órgão na MTC é bem mais abrangente do que o usado nas escolas ocidentais. Quando falamos no fígado, do ponto de vista energético, estamos falando do fígado propriamente, da vesícula biliar, dos olhos, dos ombros, dos joelhos, dos tendões, das unhas, dos seios, e todo o aparelho reprodutor feminino, desde ovários, trompas, útero e vagina. Por esse motivo, na MTC se diz que o fígado é o órgão mais importante para a mulher, assim como o rim é para o homem.
A energia do fígado é responsável por manter o livre fluxo da energia total do corpo. Como o movimento do sangue segue o movimento da energia, dizemos que o fígado direciona a circulação do sangue e regula também o ciclo menstrual. Mas o papel mais importante, sem dúvida é sobre o equilíbrio emocional, é a energia do fígado quem vai nos fazer responder a todos os estímulos emocionais, 24 horas por dia sem parar; daí já se deduz o desgaste intenso ao qual é submetido este sistema, e pouquíssimas atitudes são tomadas para auxiliar o fígado nesta tarefa, pelo contrário a nossa cultura parece fazer tudo para impedir o equilíbrio. Como todas as emoções boas ou más passam pelo fígado, não devemos reprimi-las a todo o momento. A repressão das emoções provoca um bloqueio da energia que vai levar à formação de calor no fígado. Este desequilíbrio energético pode se manifestar de várias formas. Dependendo da sua localização, podemos ter uma insônia, uma enxaqueca, uma precordialgia, uma hipertensão, uma gastrite, uma tensão pré-menstrual, e por aí vai.
Os adoecimentos podem ser de dois tipos, por falta ou por excesso de energia, ou usando um termo mais técnico, por vazio ou plenitude. Em relação às emoções que lesam mais especificamente o fígado vamos ter, num quadro de plenitude, a raiva, mais exatamente a raiva reprimida e, num quadro de vazio, o pânico, que agora virou síndrome de pânico.
Cabe aqui fazermos uma distinção entre sentimento e emoção. Os sentimentos geralmente fortalecem os órgãos e servem como mecanismos de defesa para o nosso organismo. Por exemplo, uma sensação de apreensão é diferente do medo. A primeira nos coloca num estado de alerta diante de uma certa situação, sem nos limitar em nada, nos protegendo dos perigos. O medo por sua vez nos limita e nos paralisa. A mesma coisa em relação a uma certa irritação que nos leva a reagir quando somos atacados ou nos sentimos lesados, que é diferente da raiva que tem um grau mais intenso. O importante é entender que todos os sentimentos atuam bem no organismo, tudo depende da intensidade e por quanto tempo. Da mesma forma que o sal, o orégano e a pimenta são temperos usados na alimentação, os sentimentos são o tempero da nossa existência. A qualidade de nossa vida dependerá da quantidade e da forma com que serão usados.
Como já foi dito, o fígado rege praticamente todo o sistema reprodutor feminino e é responsável por alterações no seu funcionamento que vão desde alterações no ciclo menstrual, os cistos de ovário, miomas uterinos, corrimentos vaginais, prurido vaginal, alterações da libido, como frigidez e impotência. Em algumas doenças só a energia do fígado está em desarmonia, e em outras existe também desequilíbrio de outros órgãos.
O fígado rege as articulações do ombro e joelhos e também os tendões de modo geral. Assim sendo, as bursites e as dores nos joelhos sem causa aparente, são sinais de comprometimento da energia do fígado. As tendinites e os estiramentos freqüentes também estão neste grupo.
Os olhos são a manifestação externa do fígado, e suas patologias também vão nos indicar algumas alterações no fígado, as mais comuns são as conjuntivites, os olhos vermelhos sem processo inflamatório, os terçóis, os pontos brilhantes que aparecem no campo visual e outros.
As unhas são outra manifestação externa das condições do fígado, e as suas deformidades ou a presença de micose vão nos sugerir algum comprometimento na estrutura yin do fígado, ou desequilíbrio prolongado da energia do fígado.
Para concluir, o fígado comanda o funcionamento do sistema nervoso e é o responsável pelas alterações funcionais como as várias formas de epilepsia, as alterações no raciocínio, os desmaios e as perdas de consciência de modo geral, e as doenças degenerativas como o Parkinson.
Todo órgão está acoplado a uma víscera que, no caso do fígado, é a vesícula biliar, que em geral tem um papel secundário para o funcionamento do sistema. Resumidamente, a vesícula atua mantendo o nosso equilíbrio postural. Todos os quadros de tonturas, vertigens, labirintites estão ligados a ela. Rege a articulação têmporo-mandibular (ATM). Todas as tensões que ficaram retidas no fígado podem descarregar nesta região e produzir um quadro de ranger os dentes (bruxismo), que se manifesta mais freqüentemente durante o sono. Ao nível emocional a vesícula biliar comanda o nosso processo de decisão, e seus desequilíbrios vão se apresentar na forma de indecisões ou mesmo desorientações, perda de rumo.
A lágrima é a secreção interna que ajuda a aliviar o fígado. Deste fato vem a importância de não se reprimir o choro, embora nem sempre seja conveniente socialmente. Mas, pode acreditar conter o choro faz mal à saúde.
Agora que já temos uma idéia de como é estar com a energia do fígado desequilibrada, vamos fazer alguma coisa para ajudar. O mais importante é a harmonia das emoções, isto é, as emoções não devem ser reprimidas. Nós devemos senti-las e deixá-las fluir, evitando o apego emocional. Depois, evitar os medicamentos químicos, as bebidas alcoólicas, os temperos picantes, se não puder evitar, usá-los com moderação. Na alimentação, optar pelas coisas de cor verde, e usar de preferência verduras cruas.
Extraído do livro Mudança de Hábito Alimentar de Dr. Fábio Miranda Pisani
A energia do fígado é responsável por manter o livre fluxo da energia total do corpo. Como o movimento do sangue segue o movimento da energia, dizemos que o fígado direciona a circulação do sangue e regula também o ciclo menstrual. Mas o papel mais importante, sem dúvida é sobre o equilíbrio emocional, é a energia do fígado quem vai nos fazer responder a todos os estímulos emocionais, 24 horas por dia sem parar; daí já se deduz o desgaste intenso ao qual é submetido este sistema, e pouquíssimas atitudes são tomadas para auxiliar o fígado nesta tarefa, pelo contrário a nossa cultura parece fazer tudo para impedir o equilíbrio. Como todas as emoções boas ou más passam pelo fígado, não devemos reprimi-las a todo o momento. A repressão das emoções provoca um bloqueio da energia que vai levar à formação de calor no fígado. Este desequilíbrio energético pode se manifestar de várias formas. Dependendo da sua localização, podemos ter uma insônia, uma enxaqueca, uma precordialgia, uma hipertensão, uma gastrite, uma tensão pré-menstrual, e por aí vai.
Os adoecimentos podem ser de dois tipos, por falta ou por excesso de energia, ou usando um termo mais técnico, por vazio ou plenitude. Em relação às emoções que lesam mais especificamente o fígado vamos ter, num quadro de plenitude, a raiva, mais exatamente a raiva reprimida e, num quadro de vazio, o pânico, que agora virou síndrome de pânico.
Cabe aqui fazermos uma distinção entre sentimento e emoção. Os sentimentos geralmente fortalecem os órgãos e servem como mecanismos de defesa para o nosso organismo. Por exemplo, uma sensação de apreensão é diferente do medo. A primeira nos coloca num estado de alerta diante de uma certa situação, sem nos limitar em nada, nos protegendo dos perigos. O medo por sua vez nos limita e nos paralisa. A mesma coisa em relação a uma certa irritação que nos leva a reagir quando somos atacados ou nos sentimos lesados, que é diferente da raiva que tem um grau mais intenso. O importante é entender que todos os sentimentos atuam bem no organismo, tudo depende da intensidade e por quanto tempo. Da mesma forma que o sal, o orégano e a pimenta são temperos usados na alimentação, os sentimentos são o tempero da nossa existência. A qualidade de nossa vida dependerá da quantidade e da forma com que serão usados.
Como já foi dito, o fígado rege praticamente todo o sistema reprodutor feminino e é responsável por alterações no seu funcionamento que vão desde alterações no ciclo menstrual, os cistos de ovário, miomas uterinos, corrimentos vaginais, prurido vaginal, alterações da libido, como frigidez e impotência. Em algumas doenças só a energia do fígado está em desarmonia, e em outras existe também desequilíbrio de outros órgãos.
O fígado rege as articulações do ombro e joelhos e também os tendões de modo geral. Assim sendo, as bursites e as dores nos joelhos sem causa aparente, são sinais de comprometimento da energia do fígado. As tendinites e os estiramentos freqüentes também estão neste grupo.
Os olhos são a manifestação externa do fígado, e suas patologias também vão nos indicar algumas alterações no fígado, as mais comuns são as conjuntivites, os olhos vermelhos sem processo inflamatório, os terçóis, os pontos brilhantes que aparecem no campo visual e outros.
As unhas são outra manifestação externa das condições do fígado, e as suas deformidades ou a presença de micose vão nos sugerir algum comprometimento na estrutura yin do fígado, ou desequilíbrio prolongado da energia do fígado.
Para concluir, o fígado comanda o funcionamento do sistema nervoso e é o responsável pelas alterações funcionais como as várias formas de epilepsia, as alterações no raciocínio, os desmaios e as perdas de consciência de modo geral, e as doenças degenerativas como o Parkinson.
Todo órgão está acoplado a uma víscera que, no caso do fígado, é a vesícula biliar, que em geral tem um papel secundário para o funcionamento do sistema. Resumidamente, a vesícula atua mantendo o nosso equilíbrio postural. Todos os quadros de tonturas, vertigens, labirintites estão ligados a ela. Rege a articulação têmporo-mandibular (ATM). Todas as tensões que ficaram retidas no fígado podem descarregar nesta região e produzir um quadro de ranger os dentes (bruxismo), que se manifesta mais freqüentemente durante o sono. Ao nível emocional a vesícula biliar comanda o nosso processo de decisão, e seus desequilíbrios vão se apresentar na forma de indecisões ou mesmo desorientações, perda de rumo.
A lágrima é a secreção interna que ajuda a aliviar o fígado. Deste fato vem a importância de não se reprimir o choro, embora nem sempre seja conveniente socialmente. Mas, pode acreditar conter o choro faz mal à saúde.
Agora que já temos uma idéia de como é estar com a energia do fígado desequilibrada, vamos fazer alguma coisa para ajudar. O mais importante é a harmonia das emoções, isto é, as emoções não devem ser reprimidas. Nós devemos senti-las e deixá-las fluir, evitando o apego emocional. Depois, evitar os medicamentos químicos, as bebidas alcoólicas, os temperos picantes, se não puder evitar, usá-los com moderação. Na alimentação, optar pelas coisas de cor verde, e usar de preferência verduras cruas.
Extraído do livro Mudança de Hábito Alimentar de Dr. Fábio Miranda Pisani
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